Guia de Qualificação de indicadores

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1. Atenção

1.1 - Cobertura da Atenção Primária à Saúde das Equipes Financiadas pelo Ministério da Saúde (↑)

Cobertura da Atenção Primária à Saúde das Equipes Financiadas pelo Ministério da Saúde (↑)

Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • DIGISUS-Pactuação Interfederativa
  • Resumo
  • Estima o percentual da população coberta por eSF e eAP 20 horas e 30 horas cadastradas nas equipes financiadas no componente “Capitação Ponderada” do Previne Brasil em determinado espaço geográfico, no período considerado.

  • Complemento
    • Indicador selecionado considerando a centralidade da Atenção Primária no SUS, com a proposta de constituir-se como ordenadora do cuidado nos sistemas locorregionais de Saúde e eixo estruturante de programas e projetos; além de favorecer a capacidade resolutiva e os processos de territorialização e regionalização em saúde.
  • Usos
    • O indicador da cobertura da APS das equipes financiadas pelo MS atualmente é utilizado para o monitoramento do acesso aos serviços de Atenção Primária, com vistas ao fortalecimento do planejamento do Sistema Único de Saúde (SUS), com a proposta de constituir-se como ordenadora do cuidado nos sistemas locorregionais de Saúde e eixo estruturante de programas e projetos, além de favorecer a capacidade resolutiva e os processos de territorialização e regionalização em saúde.
  • Limitações
    • Os critérios metodológicos adotados no cálculo do indicador de cobertura da APS restringem o numerador ao considerarem o quantitativo de pessoas cadastradas em eSF e eAP financiadas pelo MS;
    • O indicador de cobertura da APS das equipes financiadas pelo MS permite mensurar a quantidade de pessoas cadastradas nas eSF e eAP, e não a quantidade de pessoas atendidas por estas equipes.
  • Fórmula
  • Cálculo para o Estado:

    (População cadastrada pelas equipes da Estratégia Saúde da Família (eSF) e Atenção Primária (eAP) financiadas pelo Ministério da Saúde no Estado ÷ Estimativa populacional do Estado) × 100

    Cálculo para o Município:

    (População cadastrada pelas equipes da Estratégia Saúde da Família (eSF) e Atenção Primária (eAP) financiadas pelo Ministério da Saúde no Município ÷ Estimativa populacional do Município) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro 80%
    • Meta 70%
  • Fonte
    • e-Gestor Atenção Básica/DAB/MS.

    Os resultados do indicador estão disponíveis em: https://egestorab.saude.gov.br/paginas/acessoPublico/relatorios/relCoberturaAPSCadastro.xhtml

  • Tabulação/Cálculo
    • Acessar o egestor no link: https://egestorab.saude.gov.br/;
    • Clicar em Relatórios Públicos;
    • Clicar em Histórico de Cobertura;
    • Clicar em Cobertura da Atenção Primária;
    • Selecionar Opções de Consulta: Período por Unidade Geográfica ou Unidades Geográficas por Período;
    • Selecionar Unidades Geográficas: Brasil, Região, Estado, Região de Saúde ou Município conforme necessidade;
    • Selecione a Competência: Início/Fim;
    • Como deseja visualizar: Ver em tela ou Download do arquivo.
  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Atenção Primária
    • Fone: (62) 3201-7876 3201-7885
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 03/06/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.2 - Cobertura De Exames Citopatológicos do Colo Do Útero em Mulheres Da População- Alvo - 25 a 64 anos (↑)

    Cobertura De Exames Citopatológicos do Colo Do Útero em Mulheres Da População- Alvo - 25 a 64 anos (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Contrapartida Estadual à Atenção Primária
  • Resumo
  • Mensura a proporção de mulheres com idade entre 25 a 64 anos atendidas na APS que realizaram 1 exame citopatológico do colo do útero no intervalo 3 anos, em relação ao total de mulheres na mesma faixa etária cadastrada no município. Este indicador considera também a realização do exame citopatológico por sistemas privados, porém avaliados na APS.

  • Complemento
    • Cobertura de coleta ou avaliação de exame citopatológico em mulheres de 25 a 64 anos atendidas no SUS;
    • Expressa a produção e a oferta de exames citopatológicos do colo do útero (Papanicolau) na população-alvo de 25 a 64 anos em relação à população feminina de 25 a 64 anos em determinado local e período.
  • Usos
    • Contribuir na avaliação do alcance da população alvo às ações de prevenção do câncer do colo do útero por meio de seu rastreamento;
    • Avaliar a adequação do acesso ao exame prevenção para câncer do colo do útero;
    • Expressar a realização de um exame a cada três anos, segundo as Diretrizes Nacionais;
    • Avaliar o cumprimento de diretrizes e normas para a prevenção do câncer do colo do útero;
    • Subsidiar o processo de planejamento, gestão e avaliação da saúde da mulher.
  • Limitações
    • A cobertura populacional pode ser reduzida devido a falta de registro nos sistemas de informação.
  • Fórmula
  • Número de mulheres de 25 a 64 anos que realizaram coleta ou avaliação de citopatológico nos últimos 03 anos ÷ Número total de mulheres de 25 a 64 anos atendidas

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro:≥80%
    • Meta: ≥40%
  • Fonte
    • Centralizador estadual/e-SUS.
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR

    Número de mulheres atendidas no município com idade entre 25 a 64 anos no quadrimestre analisado, que realizaram um procedimento de coleta de citopatológico de colo uterino em até 3 anos (podendo ser marcação de campo rápido ou SIGTAP correspondente (0201020033) ou avaliação do citopatológico na APS.

    DENOMINADOR

    Quantidade de mulheres com idade entre 25 a 64 anos atendidas corretamente no município no período analisado.

    Período de medição: 36 meses

    Coleta de citopatológico de colo de útero
    SIGTAP -> 0201020033
    AB -> ABP022 (ficha procedimento -> ABPG010)

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral a Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Atenção Primária
    • Telefone: 3201-7876/ 3201-7885
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 28/06/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.3 - Cobertura de Solicitação de Mamografia de Rastreamento na População-Alvo (50-69 anos) (↑)

    Cobertura de Solicitação de Mamografia de Rastreamento na População-Alvo (50-69 anos) (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Contrapartida Estadual à Atenção Primária
  • Resumo
  • Mensura a cobertura da mamografia de rastreamento em mulheres de 50 a 69 anos atendidas no SUS.

  • Complemento
    • Avalia a proporção de mulheres com idade entre 50 a 69 anos atendidas na APS que tiveram 1 solicitação de mamografia no intervalo de 2 anos, em relação ao total de mulheres na mesma faixa etária cadastrada do município.
  • Usos
    • Contribuir na avaliação do alcance da população alvo (mulheres de 50 a 69 anos) no rastreamento do câncer de mama;
    • Avaliar o cumprimento de diretrizes e normas para a prevenção do câncer de mama;
    • Subsidiar o processo de planejamento, gestão e avaliação da saúde da mulher. 
  • Limitações
    • O numerador considera apenas mulheres que realizaram exame no SUS;
    • A cobertura populacional, de fato, só pode ser aferida por meio de inquéritos que abranjam o conjunto da população feminina brasileira;
    • O denominador utilizado é o número de mulheres nesta faixa etária cadastradas no município.
  • Fórmula
  • (Número de mulheres de 50 a 69 anos que tiveram 1 solicitação de mamografia nos últimos 02 anos ÷ Número total de mulheres de 50 a 69 anos cadastradas) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro >=80%
    • Meta >=50%
  • Fonte
    • Centralizador estadual/e-SUS.
  • Tabulação/Cálculo
  • Numerador: Número de mulheres cadastradas, identificadas e vinculadas corretamente no município com idade entre 50 a 69 anos no mês analisado, que tiveram 1 solicitação de mamografia nos últimos 02 anos, podendo ser marcação de campo rápido ou SIGTAP correspondente (0204030030 mamografia unilateral; 0204030188 mamografia bilateral para rastreamento) em exames – solicitações do atendimento.

    Denominador Informado: Quantidade de mulheres com idade entre 25 a 64 anos cadastradas, identificadas e vinculadas corretamente no município no período analisado.

    Período de medição: 24 meses

    Requisição de mamografia
    SIGTAP -> 0204030030 e 0204030188
    AB -> ABP023 (não existe mamografia na ficha de procedimento)

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Atenção Primária
    • Telefone: 3201-7876/ 3201-7885
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 28/06/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.4 - Índice de Acuracidade de Estoque (↑)

    Índice de Acuracidade de Estoque (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Esse indicador tem por objetivo monitorar a exatidão do estoque de medicamentos hospitalares geridos pela farmácia. A avaliação da acuracidade indica se o estoque e as compras estão coerentes com a realidade da instituição e se há falhas durante o processo de controle de estoque.

  • Complemento
    • Esse indicador revela a ocorrência de concordância entre o estoque disponível fisicamente na farmácia e o quantitativo disponível no sistema informatizado;
    • O acompanhamento e monitoramento adequado desse indicador contribui para um controle efetivo do estoque da farmácia;
    • Deve ser realizado inventário com periodicidade minimamente mensal para que seja possível o cálculo do indicador mensalmente.
  • Usos
    • O indicador deverá ser utilizado pela equipe da farmácia responsável pela guarda e controle de estoque dos medicamentos;
    • É imprescindível a análise mensal do indicador, o acompanhamento e monitoramento periódico e o estabelecimento de plano de ação para melhoria do resultado do indicador.
  • Limitações
    • Suspensão das movimentações do estoque para realização das contagens e disponibilidade de recursos humanos capacitados.
  • Fórmula
  • Número total de itens contados em conformidade ÷ Número total de itens padronizados cadastrados no sistema × 100

  • Parâmetro/Meta
    • > 95%
  • Fonte
    • Relatórios de contagens de estoque;
    • Relatórios de posição de estoque (ou similar) do sistema informatizado (sistema de gestão hospitalar e ambulatorial).
  • Tabulação/Cálculo
  • Numerador: Número total de itens contados em conformidade. Trata-se dos itens cujo quantitativo disponível no estoque físico corresponde exatamente ao quantitativo disponível no sistema informatizado.

    Como obter? 

    • Realizar contagem dos itens em estoque e registrar em planilha;
    • Verificar quantitativos registrados no sistema informatizado e registrar em planilha;
    • Calcular na planilha diferença entre estoque físico e estoque do sistema.
    • Contabilizar a quantidade de itens em que a diferença é zero, esse é o numerador.

     

    Denominador: Número total de itens padronizados cadastrados no sistema

    Como obter? 

    • Extrair de relatórios de posição de estoque (ou similar) do sistema informatizado o quantitativo de itens padronizados cadastrados.

    Resultado: Aplicar a fórmula; o resultado obtido é expresso em percentual.

     

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Assistência Farmacêutica (GERAF)
    • Coordenação de Assistência Farmacêutica na Atenção Especializada e Hospitalar
    • Fone: 3201- 2657
    • E-mail: farmacia.go.gov@gmail.com
  • Elaborado em
  • 30/11/2023
  • Elaborado por
  • Viviane de Cássia Troncha Martins, Viviane Vieira de Melo, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira
  • 1.5 - iRAPS – Índice da Rede de Atenção Psicossocial (↑)

    iRAPS – Índice da Rede de Atenção Psicossocial (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Resumo
  • O iRAPS, Índice da Rede de Atenção Psicossocial, é a média entre todos os serviços disponibilizados em cada localidade, ponderado pela indicação de implementação de serviços, seja os de ênfase comunitária ou asilar, considerando-se a sua parametrização legal. Este constructo mede, portanto, a cobertura populacional média do total de serviços de atenção psicossocial de uma localidade.

  • Complemento
  • Considerou-se para o cálculo deste índice a cobertura populacional dos seguintes serviços:

    • SERVIÇOS DE ÊNFASE COMUNITÁRIA:
      • Unidades de Acolhimento Adulto e Infanto-Juvenil (CbUA);
      • Núcleos de Apoio à Saúde da Família 1, 2 e 3 (CbNASF); e,
      • Centros de Atenção Psicossocial 1, 2, 3, Álcool e Drogas e Infantil (CbCAPS).
    • SERVIÇOS DE ÊNFASE ASILAR (CbHG):
      • Leitos de Saúde Mental em Hospitais Dia; e,
      • Leitos Psiquiátricos em Hospitais Gerais.
  • Usos
    • Permite analisar a oferta de serviços de saúde mental possibilitando aferir se o avanço dos de ênfase comunitária ocorreu de forma homogênea ou não entre as mais diversas localidades;
    • Possibilita avaliar a coberta populacional dos serviços relacionados à saúde metal.
  • Limitações
    • Mudanças na caracterização de serviços relacionados à saúde mental e a ausência de substitutos referentes, podem causar alterações estruturais no indicador, como por exemplo, a mudança na lógica da oferta dos Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASFs) que, por meio da Nota Técnica nº 3/2020, teve seus serviços revogados e criou-se um novo modelo de financiamento de custeio da Atenção Primária à Saúde (APS) instituído pelo programa “Previne Brasil”. No modelo revogado, o número de agentes das equipes NASF vinculavam-se ao número de pessoas das regiões nas quais se inseriam, o que permitia uma parametrização da cobertura populacional. O atual tem uma lógica diferente: leva em conta, para a distribuição dos recursos, os usuários cadastrados e o desempenho das unidades. Assim sendo, a partir de janeiro de 2020, o Ministério da Saúde passou a não realizar o credenciamento de NASF. Dessarte, o resultado do iRAPS, que mede a cobertura populacional dos serviços de saúde mental, fica comprometido. Necessita, portanto, critério em sua análise;
    • Não inclusão de determinados serviços, principalmente aqueles da atenção primária;
    • Utilização dos dados oriundos do DATASUS. Devido estes não serem auditados em sua atualização e os próprios gestores serem responsáveis por sua inclusão, possibilita a existência apenas virtual de alguns serviço; e,
    • A não análise qualitativa dos serviços disponibilizados.
  • Fórmula
  • Σ(CbUA + CbNASF + CbCAPS + CbHG) ÷ Qtd de Serviços Habilitados

  • Parâmetro/Meta
    • 100%
  • Fonte
    • Cadastro Nacional por Estabelecimentos de Saúde (CNES);
    • Estimativas Populacionais Disponíveis.
  • Tabulação/Cálculo
  • MAPA DA SAÚDE

    Acesse o Mapa da Saúde de Goiás.

    Link direto para este indicador: https://mapadasaude.saude.go.gov.br/mobile.php?view=map3&indics=raps.iraps&serie=2022&lang=pt#d3Map

    • Clicar em "O que, quanto?"
    • Domínios > Temas: "REDES DE ATENÇÃO > Saúde Mental"
    • Na lista de Indicadores, clicar na descrição do valor do indicador "iRAPS - Índice da Rede de Atenção Psicossocial"
    • Em "DADOS DETALHADOS", escolha o nível geográfico desejado. Há a possibilidade de escolher os níveis geográficos "Estado", "Macrorregião", "Região de Saúde" e "Município".

    • Role a página até o final, localize o botão "Exportar tabela", clique e salve o arquivo.
    • OBS.: "O arquivo a ser exportado estará em formato *.CSV".
  • Área responsável
    • Subsecretaria de Saúde
    • Gerência de Informações Estratégicas em Saúde - ConectaSUS
    • Fone: (62) 3201-3771
    • Email: wisley.velasco@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 23/09/2022
  • Elaborado por
  • Wisley Velasco
  • 1.6 - Número de Atendimentos no Hospital Dia (↑)

    Número de Atendimentos no Hospital Dia (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Indicador que contabiliza a quantidade de procedimentos, exceto consultas médicas e multiprofissionais ambulatoriais, na modalidade hospital dia nas Unidades hospitalares.

  • Complemento
    • A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) define Hospital Dia como a assistência intermediária entre a internação e a realização dos procedimentos Clínicos  AMBULATORIAIS (clínicos, cirúrgicos, diagnósticos e terapêuticos, assistência farmacêutica e hemoterápica e reabilitação) que requeiram a permanência do paciente na Unidade por um período máximo de 12 horas, apenas nas seguintes modalidades de registro:
      • AIH (procedimento principal) ou;
      • BPA (individualizado) ou;
      • APAC (procedimento principal).
    • São considerados procedimentos clínicos os códigos do Grupo 03 (SIGTAP) - Procedimentos clínicos, especificamente: códigos subgrupo 301, exceto 30101- Consultas médicas/outros profissionais de nível superior; códigos do subgrupo 303 e do subgrupo 308;
    • São considerados procedimentos cirúrgicos  os códigos do Grupo 04 (SIGTAP) - Procedimentos cirúrgicos, especificamente: códigos subgrupo 401, 404, 405, 407, 408, 409  e 415, além dos códigos contemplados no grupo da família 40305 - Tratamento Neurocirúrgico da Dor Funcional;
    • OBS: Outros códigos do Grupo 03 e 04 devem ser alinhados com as especialidades de cada unidade. 

    Observação:

    1. Para fins deste indicador e, em concordância com o contrato estabelecido, deve-se considerar os procedimentos clínicos, exceto consultas médicas e multiprofissionais ambulatoriais por estarem contempladas em outros indicadores.

    Não serão computados para produção na modalidade hospital dia, os serviços com metas já estabelecidas no Contrato de Gestão, por exemplo SADT Externo (Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico Externo) códigos SIGTAP grupo 2.

  • Usos
    • Monitorar a produção dos procedimentos no hospital dia mensalmente nas Unidades Hospitalares, a fim de verificar o cumprimento das metas estabelecidas no Contrato de Gestão ou Termo de Colaboração.
  • Limitações
    • Inconformidade no preenchimento no Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial;
    • Absenteísmo;
    • Falta de integração do Sistema de Regulação Estadual com o Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial.  
  • Fórmula
  • ∑ Número absoluto de procedimentos, exceto consultas médicas e multiprofissionais ambulatoriais (atendimentos), no hospital dia realizados.

  • Parâmetro/Meta
    • Variação conforme meta estabelecida em Contrato de Gestão ou Termo de Colaboração.
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial – SES/GO.
    • SIGTAP/ DATASUS.
  • Tabulação/Cálculo
  • Os códigos referentes aos procedimentos não cirúrgicos, diagnósticos e terapêuticos, assistência farmacêutica e hemoterápica e reabilitação do hospital dia estão cadastrados conforme o SIGTAP, e serão computados conforme regra descrita no item “Complemento”. 

  • Área responsável
    • Superintendência de Monitoramento dos Contratos de Gestão e Convênios (SUPECC)
    • Gerência de Monitoramento e Avaliação da Execução dos Contratos de Gestão (GMAE-CG)
    • Gerência de Monitoramento e Avaliação da Execução de Convênios e Unidades Unidades de Gestão Direta
    • Fone: 3201-4988
    • E-mail: super.monitora.saude@goias.gov.br; gaupc.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 14/12/2022
  • Elaborado por
  • Carita Cristina Margarida Figueiredo de Castro, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira, Larissa di Oliveira Santhomé, Rafael Souto, Junelle Paganini Lopes, Rafaela Troncha Camargo.
  • 1.7 - Número de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) (↑)

    Número de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Resumo
  • É a quantidade total de estabelecimentos de saúde cadastrados no CNES (Cadastro Nacional por Estabelecimentos de Saúde) como "CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL-CAPS", no ano considerado e local de sua instalação.

  • Complemento
    • Estabelecimentos de Saúde deste tipo compõem a Rede de Atenção Psicossocial – RAPS e tem por objetivo atender as pessoas com transtorno mental severo e persistente e seus familiares por intermédio de uma equipe profissional habilitada a prestar o cuidado em atenção psicossocial buscando preservar a cidadania da pessoa, o tratamento no território e seus vínculos sociais.
    • Os CAPS são constituídos nas seguintes modalidades:
      • Caps I: Atendimento a todas as faixas etárias, para transtornos mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas; atende cidades e ou regiões com pelo menos 15 mil habitantes.
      • Caps II: Atendimento a todas as faixas etárias, para transtornos mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas; atende cidades e ou regiões com pelo menos 70 mil habitantes.
      • Caps i: Atendimento a crianças e adolescentes, para transtornos mentais graves e   persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas; atende cidades e ou regiões com pelo menos 70 mil habitantes.
      • Caps AD: Álcool e Drogas: Atendimento a todas faixas etárias, especializado em transtornos pelo uso de álcool e outras drogas, atende cidades e ou regiões com pelo menos 70 mil habitantes.
      • Caps III: Atendimento com até 5 vagas de acolhimento noturno e observação; todas faixas etárias; transtornos mentais graves e persistentes inclusive pelo uso de substâncias psicoativas; atende cidades e ou regiões com pelo menos 150 mil habitantes.
      • Caps AD III: Álcool e Drogas: Atendimento com de 8 a 12 vagas de acolhimento noturno e observação; funcionamento 24h; todas faixas etárias; transtornos pelo uso de álcool e outras drogas; atende cidades e ou regiões com pelo menos 150 mil habitantes.
      • Caps AD IV: Atendimento a pessoas com quadros graves e intenso sofrimento decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas. Sua implantação deve ser planejada junto a cenas de uso em municípios com mais de 500.000 habitantes e capitais de estado, de forma a maximizar a assistência a essa parcela da população. Tem como objetivos atender pessoas de todas as faixas etárias; proporcionar serviços de atenção contínua, com funcionamento 24h, incluindo feriados e fins de semana; e ofertar assistência a urgências e emergências, contando com leitos de observação.
  • Usos
    • Permite analisar a oferta deste tipo de serviço, o qual compõe a rede de atenção à saúde mental, possibilitando aferir sua evolução nos seus mais diversos tipo e entre as várias localidades;
    • Possibilita avaliar a coberta populacional deste tipo de estabelecimento de saúde nos seus mais variados tipos.
  • Limitações
    • Utilização dos dados oriundos do DATASUS, devido estes não serem auditados em sua atualização e os próprios gestores serem responsáveis por sua inclusão, o que possibilita a existência apenas virtual de alguns serviços;
    • A não análise qualitativa dos serviços disponibilizados.
  • Fórmula
  • Número Total de Estabelecimentos de Saúde tipo CAPS cadastrados no CNES

  • Parâmetro/Meta
    • Não se aplica.
  • Fonte
    • Cadastro Nacional Por Estabelecimentos de Saúde (CNES)
  • Tabulação/Cálculo
  • Pelo Mapa da Saúde

    Acesse o Mapa da Saúde de Goiás.

    Link direto para este indicador: https://mapadasaude.saude.go.gov.br/mobile.php?view=map3&indics=dados_saude.caps&serie=2022&lang=pt#d3Map

    • Clicar em "O que, quanto?"
    • Domínio: "REDES DE ATENÇÃO"
    • Tema: "Saúde Mental"
    • Clicar na descrição do valor do indicador "CAPS – Centros de Atenção Psicossocial"
    • Em "DADOS DETALHADOS", escolha o nível geográfico desejado, conforme representado pela imagem abaixo. Há a possibilidade de escolher os níveis geográficos "Estado", "Macrorregião", "Região de Saúde" e "Município".
    • Role a página até o final, localize o botão "Exportar tabela", clique e salve o arquivo.

    OBS.: "O arquivo a ser exportado estará em formato *.CSV".

     

    Pelo TabWin

    • Clicar em: Arquivo►Executar Tabulação;
    • Localizar e Abrir o arquivo de definição do CNES ‘Estabelecimento.def’;
    • Para tabular a quantidade de CAPS para Goiás, realizar as seguintes seleções:
      • Linha: Unidade Federação;
      • Coluna: Mês de Competência;
      • Conteúdo: Frequência;
      • Marcar: ‘Suprimir linhas zeradas’ e ‘Suprimir colunas zeradas’.
      • Seleções disponíveis:
        • a) Tipo de Estabelec;
          1. CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL-CAPS.
        • b) Unidade Federação;
          1. 52 Goiás.
      • Em ‘Arquivos’, selecionar os arquivos com prefixo ‘STGO’ dos anos e meses (competências) desejados.

     

  • Área responsável
    • Subsecretaria de Saúde
    • Gerência de Informações Estratégicas em Saúde - ConectaSUS
    • Fone: (62) 3201-3771
    • Email: wisley.velasco@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 28/09/2022
  • Elaborado por
  • Wisley Velasco
  • 1.8 - Número de Consultas Médicas Ambulatoriais Realizadas (↑)

    Número de Consultas Médicas Ambulatoriais Realizadas (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Indicador que mensura o número total de consultas médicas ambulatoriais realizadas mensalmente.

  • Complemento
    • As consultas ambulatoriais compreendem:

    a) Primeira consulta: a visita inicial do paciente encaminhado pelo Complexo Regulador Estadual ao Hospital, para atendimento a uma determinada especialidade.

    b) Primeira consulta de egresso: a visita do paciente encaminhada pela própria instituição, que teve sua consulta agendada no momento da alta hospitalar, para atendimento à especialidade referida. Todas as primeiras consultas de egressos devem ser informadas ao Complexo Regulador Estadual.

    c) Interconsulta: a primeira consulta realizada por outro profissional em outra especialidade, com solicitação gerada pela própria instituição. Todas as interconsultas devem ser informadas ao Complexo Regulador Estadual.

    c) Consultas subsequentes (retornos): todas as consultas de seguimento ambulatorial, em todas as categorias profissionais, decorrentes tanto das consultas oferecidas à rede básica de saúde quanto às subsequentes das interconsultas. Todas as consultas subsequentes devem ser informadas ao Complexo Regulador Estadual.

    • As consultas médicas ambulatoriais deverão ser informadas no Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial, especificadas por Cadastro Brasileiro de Ocupação (CBO), obrigatoriamente.
  • Usos
    • Monitorar a produção das consultas médicas realizadas no ambulatório, a fim de verificar o cumprimento das metas estabelecidas no Contrato de Gestão.
  • Limitações
    • Inconformidade no preenchimento no Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial;
    • Falta de integração do Sistema de Regulação Estadual com o Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial.
  • Fórmula
  • Número absoluto de consultas médicas ambulatoriais realizadas.

  • Parâmetro/Meta
    • Variação de ± 10%, conforme meta estabelecida em Contrato de Gestão.
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial – SES/GO;
    • Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS (SIGTAP)/ DATASUS.
  • Tabulação/Cálculo
    • Serão consideradas todas as especialidades médicas atendidas no ambulatório, CBOs iniciados em 2231 e 225, exceto as seguintes especialidades: 
      • Médico anestesiologista (CBO 225151);
      • Médico intensivista (CBO 225150);
      • Médico do trabalho (CBO 225140);
      • Médico Oncologista Clinico (CBO 225121)*.
    • Os atendimentos das consultas médicas são considerados apenas com o  TIPO DE ATENDIMENTO AMBULATORIAL;
    • Os atendimentos provenientes de outras Unidades, ou seja, atendimentos externos, não serão contabilizados na produção das consultas médicas;
    • Para computar a produção das consultas médicas no ambulatório a Unidade deverá, obrigatoriamente, cadastrar no código SIGTAP 030101007-2: Consulta Médica em Atenção Especializada;
    • A especialidade de oncologia clínica não será considerada neste indicador, visto que as Unidades que possuem esse atendimento tem meta específica para oncologia.
  • Área responsável
    • Superintendência de Performance
    • Gerência de Avaliação das Organizações Sociais (GAOS)
    • Gerência de Avaliação das Unidades Próprias e Conveniadas (GAUPC)
    • Fone: 3201-3870
    • e-mail: super.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 23/06/2022
  • Elaborado por
  • Thais Almeida; Roberta Leão Mesquita; Suzana Cristina Xavier; Carita Cristina Margarida Figueiredo de Castro.
  • 1.9 - Número de Consultas Multiprofissionais Ambulatoriais Realizadas (↑)

    Número de Consultas Multiprofissionais Ambulatoriais Realizadas (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Indicador que mensura o número total de consultas multiprofissionais ambulatoriais realizadas mensalmente.

  • Complemento
    • São consideradas consultas multiprofissionais no ambulatório, as realizadas pelos profissionais de nível superior: cirurgião dentista (CBO 2232), farmacêutico  (CBO 2234), enfermeiro (CBO 223505)1, fisioterapeuta  (CBO 2236), nutricionista  (CBO 2237), fonoaudiólogo  (CBO 2238), terapeuta ocupacional  (CBO 2239), musicoterapeuta (CBO 226305), educador físico (CBO 2241E1), psicopedagogo (CBO 239425), psicólogo (CBO 251510), neuropsicólogo (CBO 251545), psicanalista (CBO 251550), serviço social (CBO 251605)1, 2.
      • 1, 2 As consultas realizadas pela Enfermagem e pelo Serviço Social na classificação de risco deverão ser registradas em separado e não configuram consultas ambulatoriais, sendo apenas informadas conforme as normas definidas pela Secretaria de Estado da Saúde.
      • 2 As consultas realizadas pelos assistentes sociais nas Unidades que possuem ambulatórios de Vitimas de Violência Sexual (VVS), e as Unidades com perfil de atendimentos apenas secundários.
  • Usos
    • Monitorar a produção das consultas multiprofissionais realizadas no ambulatório, a fim de verificar o cumprimento das metas estabelecidas no Contrato de Gestão.
  • Limitações
    • Inconformidade no preenchimento no Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial;
    • Absenteísmo;
    • Falta de integração do Sistema de Regulação Estadual com o Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial.
  • Fórmula
    • Número absoluto de consultas multiprofissionais ambulatoriais realizadas mensalmente.
  • Parâmetro/Meta
    • Variação de ± 10%, conforme meta estabelecida em Contrato de Gestão.
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial – SES/GO;
    • Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS (SIGTAP)/ DATASUS.
  • Tabulação/Cálculo
    • Para computar a produção das consultas multiprofissionais no ambulatório, a Unidade deverá, obrigatoriamente, cadastrar no código SIGTAP 030101004-8: Consulta de Profissional de Nível Superior na Atenção Especializada (exceto médico), no Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial;
    • Para computar a produção das consultas multiprofissionais deverá obrigatoriamente ter o registro do profissional de NÍVEL SUPERIOR com seus respectivos CBOs;
    • Os atendimentos das consultas multiprofissionais são considerados apenas com o TIPO DE ATENDIMENTO AMBULATORIAL;
    • Os atendimentos provenientes de outras Unidades, ou seja, atendimentos externos, não serão contabilizados na produção das consultas multiprofissionais.
  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Atenção Terciária (GERAT)
    • Gerência de Atenção Secundária (GERAS)
    • Fone: 3201-7082
    • e-mail: spais.monitora.saude@goias.gov.br 

     

     

    • Superintendência de Performance
    • Gerência de Avaliação das Organizações Sociais (GAOS)
    • Gerência de Avaliação das Unidades Próprias e Conveniadas (GAUPC)
    • Fone: 3201-3870
    • e-mail: super.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 23/06/2022
  • Elaborado por
  • Thais Almeida; Roberta Leão Mesquita; Suzana Cristina Xavier; Carita Cristina Margarida Figueiredo de Castro.
  • 1.10 - Número de Municípios Aderidos a Proposta Estadual de Cofinanciamento (↑)

    Número de Municípios Aderidos a Proposta Estadual de Cofinanciamento (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PES
  • Resumo
  • Indicador que mensura o número total de municípios aderidos a proposta Estadual de Cofinanciamento ao Serviço de Atenção Domiciliar.

  • Complemento
    • O município deverá enviar o termo de adesão a proposta estadual de cofinanciamento para aprovação.
  • Usos
    • Avaliar a capacidade progressiva de adesão a proposta estadual de cofinanciamento, dos municípios habilitados no Programa Federal Melhor em casa;
    • Fortalecer as equipes do programa para assistência em alta complexidade, garantindo o atendimento qualificado a pacientes dependentes de tecnologia no domicílio.
  • Limitações
    • Falta de sistema de monitoramento integrado entre municípios e estado;
    • Ausência de equipes qualificadas para a continuidade do tratamento e cuidados necessários em alta complexidade.
  • Fórmula
  • Número total de municípios aderidos a proposta estadual de cofinanciamento ao Serviço de Atenção Domiciliar.

  • Parâmetro/Meta
    • 68 municípios - Meta estabelecida PES 2024-2027
  • Fonte
    • Sistema de cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (SCNES).
  • Tabulação/Cálculo
  • 1º PASSO – Busca no sistema de cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde.

    2º PASSO: Consultas – Equipes.

    3º PASSO: Seleção – Estado – Município – Competência.

    4 º PASSO: Consultas – Equipes – EAD – Consultar.

    5º PASSO: Selecionar o nome do município – Localizar unidade onde esta localizada a equipe e CNES.

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde-SPAIS
    • Gerência de Atenção Especializada - GAE.
    • Coordenação de Atenção Domiciliar.
    • Telefone: 3201-7886

     

    • Assessoria Técnica de Gestão – ASTEG
    • Coordenação de Planejamento
    • Telefone: (62) 3201-7892
    • email: astegsais.saude@gmail.com
  • Elaborado em
  • 07/12/2023
  • Elaborado por
  • Camila da Cruz Brum e Alencar; Sebastiana maria de Paulo Nunes; Cristiane Aparecida Spirlandelli.
  • 1.11 - Número de Novos Serviços da Assistência Especializada no Estado (↑)

    Número de Novos Serviços da Assistência Especializada no Estado (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PES
  • Resumo
  • Indicador que contabiliza a ampliação da assistência especializada no Estado de 179 para 236.

  • Complemento
    • A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) prioriza expandir, consolidar e qualificar os serviços assistenciais, mantendo e ampliando os planos de fortalecimento.
    • ampliar a assistência hemoterápica em Goiás;
    • ampliar a assistência hematológica em Goiás;
    • fomentar a habilitação de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) nas 5 macrorregiões, de forma estratégica, para ampliar a resolutividade e reduzir o tempo/resposta;
    • fomentar a habilitação de novos Serviços de Atendimento Móvel de Urgências (SAMU) nas 5 macrorregiões e qualificar os serviços já existentes, de forma estratégica, para ampliar a resolutividade e reduzir o tempo/resposta;
    • ampliar para 8 serviços de atenção domiciliar estadual nas cinco macrorregiões, em regiões estratégicas;
    • promover a ampliação de serviços especializados às pessoas com deficiência na rede de cuidados à pessoa com deficiência.
    • ampliar os serviços de atenção e/ou referência aos pacientes com Doenças Raras de 2 para 4;
    • implantar a atenção dialíticos beira leito nos hospitais estaduais de alta complexidade.

     

  • Usos
    • Regionalizar os serviços de saúde de assistência especializada;
    • Ampliar o número novos serviços de assistência especializada;
    • Ampliar o acesso aos serviços de saúde regionalizado;
    • Reduzir o tempo de deslocamento dos pacientes.
  • Limitações
    • Inconformidade no preenchimento no Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial;
    • Absenteísmo;
    • Falta de integração do Sistema de Regulação Estadual com o Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial.
  • Fórmula
    • Número de serviços novos da assistência especializada no Estado.
  • Parâmetro/Meta
    • Ampliar em 57 os serviços de assistência especializada.
  • Fonte
    • DATASUS/ SCNES.
  • Tabulação/Cálculo
    • Número de serviços de assistência especializada existentes  ÷ número de novos serviços implantados × 100

     

    • Para o cálculo da ampliação de serviços de alta complexidade, por meio do CNES:
      1. Acessar o site do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES.
      2. Abrir a aba “Relatórios”: CLÍNICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE.
      3. Selecionar no campo ESTADO o estado de Goiás.
      4. Selecionar o MUNICÍPIO desejado para a consulta.
      5. Selecionar a COMPETÊNCIA atual.
  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde – SPAIS.
    • Gerência de Atenção Especializada – GAE
    • Fone: 3201-7892/ 7886
    • E-mail: gaespais.saude@gmail.com

     

    • Assessoria Técnica de Gestão – ASTEG
    • Coordenação de Planejamento
    • Telefone: (62) 3201-7892
    • E-mail: astegsais.saude@gmail.com
  • Elaborado em
  • 07/12/2023
  • Elaborado por
  • Camila da Cruz Brum e Alencar; Michelly Janaína Cordeiro de Araújo, Cristiane Aparecida Spirlandelli.
  • 1.12 - Número de Novos Serviços de Alta Complexidade no Estado (↑)

    Número de Novos Serviços de Alta Complexidade no Estado (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PES
  • Resumo
  • Indicador que contabiliza a ampliação dos serviços especializados de alta complexidade no Estado contemplando o aumento de leitos hospitalares, serviços especializados em Terapia Renal Substitutiva da rede própria estadual e serviços da rede oncológica.

  • Complemento
    • Priorização na expansão, consolidação e qualificação dos serviços de alta complexidade, mantendo e ampliando os leitos hospitalares na rede própria estadual. Atualmente a rede própria estadual conta com 2.971 leitos, com os novos leitos previstos da ampliação para o quadriênio 2024-2027 está previsto um aumento de 548 leitos, ficando com um total de 3.519 leitos ao final de 2027;
    • Ampliar a oferta em 2 serviços especializados em Terapia Renal Substitutiva da rede própria estadual;
    • Ampliar a oferta de serviços em 2 UNACOM habilitados e fortalecer a rede Oncológica no estado de Goiás que hoje possui 5 serviços de UNCACOM e CACOM.
  • Usos
    • Evidenciar a regionalização os serviços de saúde de alta complexidade;
    • Apresentar a ampliação do número de novos serviços de alta complexidade;
    • Demonstrar a ampliação do acesso aos serviços de saúde de forma regionalizada.
  • Limitações
    • Atualização extemporânea do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES e Indicadores de Saúde (Mapa de Leitos)
  • Fórmula
  • Número serviços novos de alta complexidade no estado de Goiás.

  • Parâmetro/Meta
    • Ampliar em 552 os serviços de alta complexidade.
  • Fonte
    • DATASUS;
    • CNES;
    • Indicadores de Saúde da SES/GO (Mapa de Leitos).
  • Tabulação/Cálculo
    • Para o cálculo da ampliação de serviços de alta complexidade, por meio do CNES:
    1. Acessar o site do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES: CNES
    2. Abrir a aba “Relatórios” > “Leitos” ou “Serviços Especializados”
    3. Selecionar no campo ESTADO o estado de Goiás
    4. Selecionar o MUNICÍPIO desejado para a consulta
    5. Selecionar a COMPETÊNCIA atual
    • Para cálculo da ampliação de leitos hospitalares por meio dos Indicadores de Saúde de Goiás:
    1. Abrir o site de indicadores de saúde: Indicadores de Saúde
    2. Selecionar a aba “mapa de leitos”
    3. Escolher no campo direito a unidade hospitalar de consulta.
  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde – SPAIS.
    •  Gerência de Atenção Especializada – GAE.
    • Fone: 3201-7892/ 7886.
    • E-mail: gaespais.saude@gmail.com

     

    • Assessoria Técnica de Gestão – ASTEG
    • Coordenação de Planejamento
    • Telefone: (62) 3201-7892
    • E-mail: astegsais.saude@gmail.com
  • Elaborado em
  • 19/12/2023
  • Elaborado por
  • Camila da Cruz Brum e Alencar; Michelly Janaína Cordeiro de Araújo; Lívia Roberta Rodrigues Conceição; Daniela da Silva Teixeira; Cristiane Aparecida Spirlandelli.
  • 1.13 - Número de Pacientes Habilitados no Serviço de Atenção Domiciliar Estadual (SAD) (↑)

    Número de Pacientes Habilitados no Serviço de Atenção Domiciliar Estadual (SAD) (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Gestão de Risco
  • Resumo
  • Indicador que mensura o número de municípios habilitados no Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) em relação ao número total de municípios.

  • Complemento
    • Avalia a capacidade progressiva do serviço em prestar assistência de forma eficaz e possível (qualidade da assistência), promovendo a desospitalização nas unidades hospitalares e consequentemente proporciona:
      • Maior conforto para o usuário e sua família;
      • Redução das intercorrências clínicas;
      • Não exposição do usuário à infecção hospitalar;
      • Disponibilização de leitos para os usuários que necessitam de internação hospitalar;
      • Tendência a menor utilização de exames/medicamentos de forma desnecessária;
      • Aumento da oferta dos leitos de retaguarda às urgências/emergências;
      • Otimização de recursos;
      • Promoção da autonomia dos usuários e familiares, através da capacitação de familiares, cuidadores e o próprio usuário para o cuidado dentro de seu próprio ambiente e
      • Humanização da atenção.
  • Usos
    • Avaliar a quantidade de pacientes habilitados nos Serviços de Atenção Domiciliar Estadual.
  • Limitações
    • Elevado número de municípios com população abaixo de 20.000 Hab. (Causa raiz).
    • Dificuldade de realização de agrupamento entre os municípios por interesses opostos.
    • Falta de acesso à informação.
  • Fórmula
  • Número de municípios com Serviço de Atenção Domiciliar (SAD)/ Número de municípios totais x 100%

  • Parâmetro/Meta
    • Maior ou igual a 30%.
  • Fonte
    • Mapa diário de registro de pacientes admitidos no Serviço de Atenção Domiciliar Estadual (Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial - SES/GO).
    • Procedimento de tabulação elaborado pela GERAT/SAIS/SES, em 28/10/2021.
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR:

    Número de municípios habilitados no Serviço de Atenção Domiciliar no estado.

    • Buscar nos registros os municípios habilitados no Serviço de Atenção Domiciliar no estado .

    DENOMINADOR:

    Total de municípios (246)

    • Registrar o valor total de municípios (246)

     -Aplicar a fórmula.

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)

    • Gerência de Atenção Especializada

    • Fone: (62) 3201-7886; 3201-7885

    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br

  • Elaborado em
  • 13/06/2023
  • Elaborado por
  • Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rofovalho de Oliveira, Sebastiana Maria de Paulo Nunes, Marli Alves de Oliveira, Neiva Fernanda Chinvelski Durte Barbosa, Camila da Cruz Brum e Alencar, Michelly Janaína Cordeiro de Araújo.
  • 1.14 - Número de Saídas Cirúrgicas (↑)

    Número de Saídas Cirúrgicas (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Indicador que contabiliza a produção mensal das saídas cirúrgicas nas Unidades Hospitalares.

  • Complemento
    • É considerada saída cirúrgica procedimentos que geram Autorização de Internação Hospitalar (AIH) ou Autorização de Procedimentos de Alto Custo (APAC), que sejam registrados como procedimentos principais, e tendo como motivo de alta: melhorada, transferência externa ou óbito.
  • Usos
    • Monitorar o quantitativo de saídas cirúrgicas hospitalares, a fim de verificar o cumprimento das metas estabelecidas no Contrato de Gestão.
  • Limitações
    • Inconformidade no preenchimento no Sistema de Gestão Hospitalar;
    • Falta de integração do Sistema de Regulação Estadual com o Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial.
  • Fórmula
  • Número absoluto de saídas cirúrgicas realizadas mensalmente.

  • Parâmetro/Meta
    • Variação de ± 10%, conforme meta estabelecida em Contrato de Gestão.
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial – SES/GO;
    • Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS (SIGTAP)/ DATASUS.
  • Tabulação/Cálculo
    • São consideradas saídas cirúrgicas as internações do Grupo 02 (SIGTAP) (apenas 0201010038, 0201010127, 0101010135, 0201010143, 0201010160, 0201010208, 0201010240, 0201010259, 0201010267, 0201010305, 0201010313, 0201010321, 0201010330, 0201010402, 0201010534, 0201010550, 0209040033, 0209040050, 0211050091, 0211050148) e Grupo 04 (SIGTAP) tratamentos cirúrgicos, exceto o grupo 0417.
    • As Unidades que possuem metas por especialidades (obstetrícia, pediatria, oncologia) devem apresentar o quantitativo de saídas cirúrgicas por especialidade do leito.
  • Área responsável
    • Superintendência de Performance
    • Gerência de Avaliação das Organizações Sociais (GAOS)
    • Gerência de Avaliação das Unidades Próprias e Conveniadas (GAUPC)
    • Fone: 3201-3870
    • e-mail: super.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 25/08/2022
  • Elaborado por
  • Thais Almeida; Roberta Leão Mesquita; Suzana Cristina Xavier; Carita Cristina Margarida Figueiredo de Castro.
  • 1.15 - Número de Saídas Clínicas (↑)

    Número de Saídas Clínicas (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Indicador que contabiliza a produção mensal das saídas clínicas (internações) nas Unidades Hospitalares.

  • Complemento
    • É considerada saída clínica procedimentos que geram Autorização de Internação Hospitalar (AIH) ou Autorização de Procedimentos de Alto Custo (APAC), que sejam registrados como procedimentos principais, e tendo como motivo de alta: melhorada, transferência externa ou óbito.
  • Usos
    • Monitorar o quantitativo de saídas clínicas hospitalares, a fim de verificar o cumprimento das metas estabelecidas no Contrato de Gestão.
  • Limitações
    • Inconformidade no preenchimento no Sistema de Gestão Hospitalar;
    • Falta de integração do Sistema de Regulação Estadual com o Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial.
  • Fórmula
  • Número absoluto de saídas clínicas realizadas mensalmente.

  • Parâmetro/Meta
    • Variação de ± 10%, conforme meta estabelecida em Contrato de Gestão.
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial – SES/GO;
    • Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS (SIGTAP)/ DATASUS.
  • Tabulação/Cálculo
    • São consideradas saídas clínicas as internações do Grupo 02 (apenas os códigos 0201010275 e 0211050105), Grupo 0303, 0304 (apenas os códigos 030410001-3 e 030410002-1), 0305 (apenas 030502), 0308 do SIGTAP procedimentos clínicos.
    • As Unidades* que possuem metas por especialidades (obstetrícia, pediatria, oncologia, saúde mental, cuidados paliativos, reabilitação, longa permanência) devem apresentar o quantitativo de saídas clínicas por especialidade do leito.
  • Área responsável
    • Superintendência de Performance
    • Gerência de Avaliação das Organizações Sociais (GAOS)
    • Gerência de Avaliação das Unidades Próprias e Conveniadas (GAUPC)
    • Fone: 3201-3870
    • e-mail: super.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 28/09/2022
  • Elaborado por
  • Thais Almeida; Roberta Leão Mesquita; Suzana Cristina Xavier; Carita Cristina Margarida Figueiredo de Castro.
  • 1.16 - Número de Serviços Especializados às Pessoas em Situação de Violência Sexual no Estado (↑)

    Número de Serviços Especializados às Pessoas em Situação de Violência Sexual no Estado (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PES
  • Resumo
  • Indicador mensura os novos serviços especializados na  atenção às pessoas em situação de violência sexual nas unidades de saúde estadualizadas, com ampliação dos mesmos na rede de atenção à saúde.

  • Complemento
    • Os serviços especializados para a atenção às pessoas em situação de violência sexual consiste em serviços de média complexidade, composto por equipe multidisciplinar (médico, enfermeiro, psicólogo, assistente social), responsável pelo acolhimento, assistência, suporte terapêutico médico e psicossocial e acompanhamento das vítimas de violência sexual;
    • A ampliação dos  serviços especializados para a atenção às pessoas em situação de violência sexual proporciona o maior acesso da população ao serviço de saúde de forma mais regionalizada, com atuação nos  ciclos de vida (crianças, adolescentes, mulheres, homens , idosos) e populações mais vulneráveis à violência, bem como às populações específicas.
  • Usos
    • Melhorar registros ambulatoriais e  hospitalares no atendimento às vítimas de violência sexual;
    • Promover a capacitação dos profissionais de saúde no atendimento qualificado às  pessoas em situação de violência sexual;
    • Monitorar os atendimentos às pessoas em situação de violência sexual nos serviços especializados da rede de atenção à saúde;
    • Orientar e sistematizar as condutas dos profissionais para a identificação da violência sexul para o adequado  atendimento, notificação, tratamento,  encaminhamento, o acompanhamento e a realização das condutas de contracepção de emergência e da Profilaxia Pós-Exposição ao Vírus  HIV (PEP) conforme protocolos do Ministério da Saúde. 
  • Limitações
    • Pouco acesso às vítimas de violência sexual aos serviços especializados de atendimento;
    • Insuficiência de serviços especializados ao atendimento às pessoas em situação de violência sexual;
    • Profissionais de saúde pouco qualificados para o atendimento às pessoas em situação de violência sexual.
  • Fórmula
  • ∑ Número absoluto de novos serviços especializados na atenção às pessoas em situação de violência sexual implantados.

  • Parâmetro/Meta
    • Ampliar para 6 serviços especializados na  atenção às pessoas em situação de violência sexual no Estado em 4 anos (PES 2024/2027).
  • Fonte
    • Sistema de Informações de Agravos e Notificações – (SINAN Net)
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial
  • Referências
  • Tabulação/Cálculo
    1. Realizar pesquisa no site: https://cnes.datasus.gov.br ou http://cnes2.datasus.gov.br/ 
    • 1º passo: Selecionar a janela RELATÓRIOS, em seguida clicar em SERVIÇO ESPECIALIZADO; 
    • 2º passo: Selecione o estado/município, tipo de Serviço, serviço especializado, Selecione Cod: 165 - Atenção às pessoas em situação de violência sexual. 
    • 3º passo: Classificação de serviço:  001 – Referência para atenção integral às pessoas em situação de violência sexual.   007 – Atenção ambulatorial a pessoas em situação de violência sexual.

     

    Acesso ao Sistema de Informação Nacional de Agravos e de Notificação - SINAN

    • 1º Passo: Acesso ao Sistema de Informação Nacional de Agravos e de Notificação - SINAN;
    • 2º Passo: Abrir abas de período em análise;
    • 3º Passo: Acessar o relatório do número de pessoas em situação de violência notificadas;
    • 4º Passo: Extrair o  número de pessoas em situação de violência notificadas;
    • 5º Passo: Consolidar o total de  pessoas em situação de violência encaminhadas para a rede de atenção e ou proteção, anualmente. 



    Acesso ao Sistema de Gestão Ambulatorial e Hospitalar

      •  1º Passo: Acesso ao Sistema de Gestão Ambulatorial e Hospitalar;
      • 2º Passo: Abrir abas de período em análise;
      • 3º Passo: Acessar o relatório do número de pessoas em situação de violência sexual atendidas nos serviços especializados das unidades ambulatoriais/hospitalares estadualizadas;
      • 4º Passo: Extrair o número de pessoas em situação de violência sexual atendidas nos serviços especializados das unidades ambulatoriais/hospitalares estadualizadas;
      • 5º Passo: Consolidar o número total de  pessoas em situação de violência sexual atendidas na  rede de atenção à saude, anualmente. 
  • Área responsável
    • Superintendência de  Políticas e Atenção Integral à Saúde - SPAIS.
    • Coordenação de Cuidado à Saúde das Pessoas em Situação de Violência.
    • Telefone: (62) 3201-7885
    • E-mail: emailviolencia@gmail.com

    • Assessoria Técnica de Gestão – ASTEG
    • Coordenação de Planejamento
    • Telefone: (62) 3201-7892
    • E-mail: astegsais.saude@gmail.com
  • Elaborado em
  • 29/12/2023
  • Elaborado por
  • Ana Maria Porto da Silva, Lígia da Fonseca Bernardes, Cristiane AparecidaSpirlandelli.
  • 1.17 - Número de Serviços Novos Odontológicos Especializados Implantados (↑)

    Número de Serviços Novos Odontológicos Especializados Implantados (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PES
  • Resumo
  • Indicador que contabiliza a ampliação de serviços odontológicos especializados implantados.

     

  • Complemento
    • A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) define serviços odontológicos especializados como serviços de média complexidade com realização de procedimentos AMBULATORIAIS (clínicos, cirúrgicos, diagnósticos e terapêuticos, e reabilitação) que requeiram a permanência do paciente na unidade de saúde para realizar consulta e sessão de tratamento.
  • Usos
    • Acompanhar a ampliação de serviços odontológicos nos municípios ;

    • Ampliar acesso aos serviços odontológicos especializados;

    • Reduzir o tempo de deslocamento dos pacientes.

  • Limitações
    • Atendimento especializado próximo do município de origem do paciente.
  • Fórmula
    • Número absoluto de serviços odontológicos especializados implantados.

  • Parâmetro/Meta
    • Ampliar 20 serviços odontológicos especializados em 4 anos.
  • Fonte
    • Sistema de Cadastro Nacional Estabelecimento  de Saúde - SCNES
  • Tabulação/Cálculo
  • Realizar consulta  no site https://www.in.gov.br  de portaria de credenciamento de serviço de saúde bucal especializado.

    Realizar pesquisa no site https://www.cnes2.datasus.gov.br de estabelecimento de saúde odontológico especializado, por município.

  • Área responsável
    • Superintendência de Politica de Atenção Integral à Saúde
    • Coordenação de Apoio Estratégico à Saúde Bucal
    • Fone: 3201-7892 e 32017886
    • E-mail: saudebucalgoias@gmail.com
  • Elaborado em
  • 06/12/2023
  • Elaborado por
  • Rosilene Martins da Silva, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira e Maria de Fátima Nunes de Oliveira.
  • 1.18 - Número de Testes Rápidos de HIV Distribuídos (↑)

    Número de Testes Rápidos de HIV Distribuídos (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PES
  • Resumo
  • Indicador que quantifica o número de testes rápidos para HIV distribuídos em todo o estado.

  • Complemento
    • Serão considerados o somatório dos testes distribuídos para HIV anualmente. Os testes rápidos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e repassados a Secretária de Estadual de Saúde, que são distribuídos aos municípios, ONG’s, serviços de saúde, etc.
  • Usos
    • Verificar a distribuição e consequentemente a utilização dos testes rápidos para HIV,  como requisito para aumento do diagnóstico na população em geral para as Infecções Sexualmente Transmissíveis.
  • Limitações
    • Registros inadequados no sistema de distribuição.
  • Fórmula
  • Número absoluto de testes rápidos distribuídos no ano atual.

  • Parâmetro/Meta
    • Aumento de 10% em relação ao ano anterior.
  • Tabulação/Cálculo
  • - Método de cálculo:

    • NUMERADOR: Número absoluto de testes rápidos distribuídos do ano atual
    • 1º – SISLOGLAB – Mapa
    • 2º – Mapa Consolidado
    • 3º – Kit de teste – mês de referência 
    • 4º – Imprimir relatório
    • 5º – Mapa Consolidado
    • 6º – Imprimir Relatório 
    • 7º – Realizar somatório dos testes consumidos nas UBS e no Almoxarifado - 
    • 8º –Fazer esse passo a passo com todos os testes e realizar somatório no final

     

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde-SPAIS
    • Gerência de Atenção Primária - GERAP
    • Coordenação de Assistência às IST/Aids e Hepatites Virais
    • Telefone: (62) 3201-7894
    • email: programadeistaidsgoias@goias.gov.br
    • Assessoria Técnica de Gestão – ASTEG
    • Coordenação de Planejamento
    • Telefone: (62) 3201-7892
    • email: astegsais.saude@gmail.com
  • Elaborado em
  • 07/12/2023
  • Elaborado por
  • Silma Gomes da Silva, Polyanna Ribeiro Guerreiro, Daniele Afonso do Prado, Fabiana de Paula Oliveira, Letícia Soares Vilar, Ivanilson Pessoa Guerra, Cenília Alves de Jesus Ramos, Cristiane Aparecida Spirlandelli.
  • 1.19 - Percentual de Atraso na Elaboração do Anexo I dos Contratos no Quadrimestre (↓)

    Percentual de Atraso na Elaboração do Anexo I dos Contratos no Quadrimestre (↓)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Gestão de Risco
  • Resumo
  • Indicador que mensura o percentual de Anexos I cuja elaboração se encontra em atraso superior a 30 dias em relação ao total de anexos solicitados.

  • Complemento
    • O Anexo I constitui parte integrante do Contrato de Gestão celebrado com a Secretaria de Estado da Saúde (SES/GO) e tem como objetivo detalhar os diferentes aspectos relevantes para a execução do Contrato e prestação dos serviços descritos.
    • Está dividido em três segmentos: Especificações Técnicas, Metas de produção e Indicadores e Metas de Qualidade/Desempenho.
  • Usos
    • Avaliar a celeridade na elaboração do Anexo I, uma vez que as demais etapas do processo estão diretamente relacionadas ao andamento do mesmo.
    • Com a melhoria do protocolo de elaboração do Anexo I, há a otimização do tempo de emissão do documento, aperfeiçoando os processos de trabalho, tornando-os, assim, mais eficientes em tempo oportuno.
  • Limitações
    • Dificuldades na definição do perfil assistencial das Unidades, ocasionadas pelo cenário epidemiológico, sendo necessário reconfigurações no perfil e carteira de serviços das Unidades.
  • Fórmula
  • (Número de anexos técnicos atrasados ÷ Total de anexos solicitados) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • ≤ 20%
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial – SES/GO.
    • Procedimento de tabulação elaborado pela GERAT/SAIS/SES, em 28/06/2022.
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR 

    1º Passo: Buscar nos registros da Coordenação de Leitos Gerais da SAIS o quantitativo de Anexos I que foram elaborados com atraso no último trimestre/quadrimestre. 

    2º Passo: Somar os valores encontrados.

    3º Passo: Salvar os dados em planilha. 

     

    DENOMINADOR (Total de anexos solicitados) 

    1º Passo: Buscar nos registros da Coordenação de Leitos Gerais da SAIS o quantitativo de Anexos I que foram solicitados no último trimestre/quadrimestre;

    2º Passo: Somar os valores encontrados

    3º Passo: Salvar os dados em planilha. 

     

    RESULTADO

    -Aplicar a fórmula.

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)

    • Gerência de Atenção Especializada

    • Fone: (62) 3201-7885/ (62) 3201-7886

    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br

  • Elaborado em
  • 13/06/2023
  • Elaborado por
  • Roberta Leão Mesquita, Samia Louise Silva Dallara, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Danielle Jaques Modesto, Frederico Rodovalho de Oliveira, Camila da Cruz Brum e Alencar, Michelly Janaína Cordeiro de Araújo.
  • 1.20 - Percentual de Consultas Especializadas com Mastologista para as Pacientes que Realizaram Mamografia nas Carretas de Prevenção das Policlínicas (↑)

    Percentual de Consultas Especializadas com Mastologista para as Pacientes que Realizaram Mamografia nas Carretas de Prevenção das Policlínicas (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Gestão de Risco, PES
  • Resumo
  • Indicador que mensura o total de consultas especializadas com mastologista para as pacientes que realizaram mamografia nas Carretas de Prevenção das Policlínicas com relação ao total de consultas especializadas com mastologista agendada pelas Policlínicas Estaduais.

  • Complemento
    • Permite avaliar o total de mulheres com exames de mamografia alterados atendidas nas Policlínicas Estaduais.
  • Usos
    • Garantir atendimento especializado nas Policlínicas Estaduais em caso de exames alterados;
    • Contribuir na avaliação dos atendimentos dos exames alterados atendidas nas Policlínicas Estaduais;
    • Contribuir com ações de prevenção do câncer de mamos a por meio de seu rastreamento.
  • Limitações
    • Inconsistência entre a oferta e a demanda do serviço prestado pela unidade de saúde.
  • Fórmula
  • (Número de consultas especializadas com mastologista para as pacientes que realizaram mamografia nas Carretas de Prevenção das Policlínicas ÷ Total de consultas especializadas com o mastologista agendadas pelas Policlínicas Estaduais mensalmente) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Meta não referenciada no Contrato de Gestão vigente. 
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Ambulatorial e Hospitalar.
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR

    1º Passo: Buscar nos registros da Unidade os valores do número de pacientes que realizaram mamografia nas carretas de prevenção das policlínicas.

    2º Passo: Somar os valores diários para obter o valor mensal dos pacientes que realizaram mamografia nas carretas de prevenção das policlínicas.

    3º Passo: Salvar os dados em planilha. 

     

    DENOMINADOR (Total de consultas especializadas com o mastologista agendada pelas Policlínicas Estaduais mensalmente)

    1º Passo: Buscar nos registros da Unidade os valores do número total de consultas especializadas com o mastologista agendada pelas Policlínicas Estaduais mensalmente.

    2º Passo: Somar os valores diários para obter o valor mensal das consultas especializadas com o mastologista agendada pelas Policlínicas Estaduais mensalmente. 

    3º Passo: Salvar os dados em planilha. 

     

    RESULTADO

    -Aplicar a fórmula.

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS).
    • Gerência de Atenção Especializada.
    • Fone: (62) 3201-7885/ (62) 3201-7886
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 30/06/2022
  • Elaborado por
  • Emanuelle de Queiroz Monteiro, Fabrício Pereira Montes, Fabiana de Sousa Miranda, Paulo Henrique Silva Costa, Camila da Cruz Brum e Alencar e Michelly Janaína Cordeiro de Araújo.
  • 1.21 - Percentual de Consultas Farmacêuticas em Relação ao Número de Processos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) Atendidos no Mês (↑)

    Percentual de Consultas Farmacêuticas em Relação ao Número de Processos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) Atendidos no Mês (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • O indicador tem a finalidade de monitorar a realização de consultas farmacêutica em relação ao quantitativo de processos abertos na unidade de saúde.

  • Complemento
    • O monitoramento desse indicador é importante para avaliar o desempenho e produtividade das ações de farmácia clínica dentro da unidade de saúde ambulatorial.
  • Usos
    • O indicador monitora o percentual de consultas farmacêuticas realizadas por mês referentes ao CEAF.
  • Limitações
    • É necessário o registro das consultas do CEAF.
  • Fórmula
  • Quantitativo de consultas farmacêuticas realizadas a pacientes do CEAF ÷ Total de processos de medicamentos do CEAF atendidos no mês ×100

  • Parâmetro/Meta
    • > 5%
  • Fonte
    • Relatórios de sistema informatizado ou planilha de registros das informações.
  • Tabulação/Cálculo
  • Numerador: Quantitativo de consultas farmacêuticas realizadas a pacientes do CEAF
    Como obter?

    • Extrair dos relatórios do informatizado (ou planilha quando não houver sistema) o quantitativo de consultas farmacêuticas realizadas a pacientes do CEAF

    Denominador: Total de processos de medicamentos do CEAF atendidos no mês
    Como obter?

    • Extrair nos relatórios do Sistema de Dispensação de  Medicamentos de Alto Custo (SDME), o total de processos de
      medicamentos do CEAF atendidos no mês


    Resultado: Aplicar a fórmula; o resultado obtido é expresso em percentual.

  • Área responsável
    • Superintendência de Política e Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Assistência Farmacêutica (GERAF)
    • Coordenação de Assistência Farmacêutica na Atenção Especializada e Hospitalar
    • Fone: 3201- 2657
    • E-mail: farmacia.go.gov@gmail.com
  • Elaborado em
  • 30/11/2023
  • Elaborado por
  • Viviane de Cássia Troncha Martins, Viviane Vieira de Melo, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira
  • 1.22 - Percentual de Diabéticos e Hipertensos Acompanhados na Atenção Primária (↑)

    Percentual de Diabéticos e Hipertensos Acompanhados na Atenção Primária (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PE, PAS
  • Resumo
  • Mede o percentual de diabéticos e hipertensos acompanhados na atenção primária,  em determinado espaço geográfico, no período considerado.

  • Complemento
    • Promover a ampliação da atenção à saúde dos portadores de diabetes e hipertensão arterial, priorizando as macrorregiões (Macro Nordeste, Centro-Norte) com policlínicas em funcionamento.

  • Usos
    • Identificar as pessoas com hipertensão arterial e diabetes mellitus e avaliar seu acompanhamento pela APS por meio de no mínimo uma consulta a cada semestre, de acordo com o registro no sistema de informação em saúde;

    • Avaliar o cumprimento de diretrizes e normas para o acompanhamento de pessoas com hipertensão e diabetes na APS;

    • Incentivar o acompanhamento, o controle e a redução de morbimortalidade relacionada a hipertensão/diabetes.

  • Limitações
    • O indicador mensura o número de pessoas que tiveram pelo menos uma consulta no semestre, o mínimo indicado para pessoas com hipertensão e diabetes, e não difere o nível de agravo, de acordo com a estratificação de risco.
  • Fórmula
  • Número de atendimentos de médico e de enfermeiro para pessoas com hipertensão e diabetes ÷ Número de pessoas com hipertensão e diabetes cadastrados  × 100 

  • Parâmetro/Meta
    • Parametro:70%
    • Meta:50%
  • Fonte
  •  

    • Centralizador Estadual/eSUS.
    • Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica (SISAB).
  • Tabulação/Cálculo
  • Os profissionais enfermeiros e médicos utilizarão as fichas de coleta de dados simplificada(CDS) ou o prontuario eletrônico do cidadão (PEC) para o atendimento ao cidadão. A condição avaliada/problema considerada serão os códigos CIAP2 ou CID10 que identificarão o paciente como hipertenso e/ou diabetes.

    Método de cálculo:

    Numerador:

    Número de hipertensos e diabéticos acompanhados

    Denominador: Número de hipertensos e diabéticos cadastrados

     

    1. Diabetes:
      CIAP2 -> T89, T90, W85
      > E10, E11, E12, E13, E14, EO24, P702
      AB -> ABP006

    2. Hipertensão:
      CIAP2 -> K86 / K87
      CID10 -> I10, I11, I12, I13 , I15, I270, I272, O10

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS).
    • Gerência de Atenção Primária.
    • Fone: (62) 3201-7876/ 3201-7885
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br



  • Elaborado em
  • 11/10/2022
  • Elaborado por
  • Ana Paula Faria Elias Tavares, Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro Larissa kristina Vidal Montes e Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.23 - Percentual de Encaminhamentos para Atendimento Especializado (↓)

    Percentual de Encaminhamentos para Atendimento Especializado (↓)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PE, PES, Contrapartida Estadual à Atenção Primária
  • Resumo
  • Reflete o número de encaminhamentos para atendimento especializado em relação ao total de consultas médicas básicas. 

  • Complemento
    • Mensura os encaminhamentos realizados por médicos para serviços especializados em relação aos atendimentos realizados pelo profissional médico, em determinado espaço geográfico, no período considerado.
    • Para o cálculo deste indicador, consideram-se os encaminhamentos para atendimentos ou tratamentos em qualquer especialidade como fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e todas as especialidades médicas.
    • Este indicador mede a relação entre as consultas médicas e os encaminhamentos para atendimento especializado, tendo como objetivo avaliar a resolubilidade da consulta médica.
  • Usos
    • O indicador permite verificar o nível de resolutividade na Atenção Básica, a fim de identificar a necessidade de intervenções em áreas específicas, melhorando a organização da oferta do cuidado em saúde entre os pontos da rede de atenção à saúde. De forma complementar dentro de um sistema de saúde, a regulação serve como ferramenta importante para o uso racional dos serviços especializados, organizando o acesso dos usuários às consultas e/ou procedimentos, por meio dos protocolos de regulação, apenas quando apresentem indicação clínica para realizá-los.
    • Essa ação de filtro deve provocar a ampliação do cuidado clínico e da resolutividade na AB, evitando a exposição dos usuários a consultas e/ou procedimentos desnecessários (prevenção quaternária) (NORMAN; TESSER, 2009).
  • Limitações
    • Não permite identificar a qual especialidade o usuário foi encaminhado.
  • Fórmula
  • (Número de encaminhamentos médicos para atendimento especializado ÷ Número total de atendimentos médicos individuais no mesmo local e período) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro: 5 a 15% dos encaminhamentos médicos para serviço especializado/mês.
    • Meta: < 20%
  • Fonte
    • Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica-SISAB: Quado a mensuração for do Indicador do Planejamento Estratégico e PES

    • Centralizador estadual/e-SUS: Quando a mensuração for do Indicador da Contrapartida Estadual

  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR (Número de encaminhamentos médicos para atendimento especializado)

    Total de atendimentos individuais realizados por médicos vinculados à equipe (INE), onde a conduta/desfecho for registrado como “encaminhamento para serviço especializado”. Fonte: Ficha de atendimento individual – Sistema de Informações em Saúde para a Atenção Básica (SISAB/MS).

    DENOMINADOR (Número total de atendimentos médicos individuais)

    Total de atendimentos individuais realizados por médicos vinculados à equipe (INE)

    Fonte: Ficha de atendimento individual – Sistema de Informações em Saúde para a Atenção Básica (SISAB/MS).

    Serão considerados os códigos Classificação Brasileira de Ocupação(CBO) dos profissionais médicos cadastrados nas unidades básicas.

    MÉDICO

    2231F8 médico em medicina preventiva e social

    225125 médico clínico

    225142 médico da estratégia de saúde da família

    225130 médico de família e comunidade

    225170 médico generalista

    225124 médico pediatra

    225139 médico sanitarista

    225250 médico ginecologista e obstetra

    Fonte: CNES

  • Área responsável
    • Superintendência e Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Atenção Primária
    • Fone: 3201-7876/ 3201-7885
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 28/06/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.24 - Percentual de Leitos Gerais Implantados nos Hospitais Estaduais por Macrorregião no Quadrimestre (↑)

    Percentual de Leitos Gerais Implantados nos Hospitais Estaduais por Macrorregião no Quadrimestre (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Gestão de Risco
  • Resumo
  • Indicador que mensura o percentual de leitos gerais implantados nos Hospitais Estaduais por macrorregião em relação ao quantitativo total de leitos gerais desta mesma localidade, no último quadrimestre.

  • Complemento
    • Através deste indicador é possível avaliar a adequação do volume de leitos gerais em relação às necessidades populacionais da Macrorregião, analisando sua suficiência em relação ao esperado, visando à integralidade do cuidado.
  • Usos
    • Regionalizar os serviços de saúde de média e alta complexidade;
    • Ampliar o número de Hospitais Estaduais com novos serviços descentralizados;
    • Ampliar o acesso aos serviços de saúde regionalizado;
    • Reduzir o tempo de deslocamento dos pacientes;
    • Aperfeiçoar processos (através da emissão de Parecer Técnico com a análise situacional da Macrorregião);
    • Qualificar os processos prioritários visando a integração e eficiência.
  • Limitações
    • Atendimento especializado próximo e/ou no município de origem do paciente.
  • Fórmula
  • (Número de novos leitos gerais nos Hospitais Estaduais por Macrorregião ÷ Total de leitos gerais nos Hospitais Estaduais por Macrorregião) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Macrorregião Centro-Oeste = 7%
    • Macrorregião Centro-Norte = 12%
    • Macreorregião Nordeste = 48%
    • Macrorregião Sudoeste = 1%
    • Macrorregião Centro-Sudoeste = 27%
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial – SES/GO.
    • Procedimento de tabulação elaborado pela GERAT/SAIS/SES, em 28/06/2022.
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR

    1º Passo: Buscar no histórico do Mapa diário de registro de pacientes da unidade o quantitativo de novos leitos implantados no último trimestre/quadrimestre.

    2º Passo: Somar os valores encontrados.

    3º Passo: Salvar os dados em planilha. 

     

    DENOMINADOR

    1º Passo: Buscar no histórico do Mapa diário de registro de pacientes da unidade o quantitativo total de leitos existentes, referente ao último trimestre/quadrimestre.

    2º Passo: Somar os valores encontrados

    3º Passo: Salvar os dados em planilha. 

     

    RESULTADO

    -Aplicar a fórmula.

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)

    • Gerência de Atenção Especializada

    • Fone: (62) 3201-7886

    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br

  • Elaborado em
  • 13/06/2023
  • Elaborado por
  • Roberta Leão Mesquita, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Danielle Jaques Modesto, Frederico Rodovalho de Oliveira, Samia Louise Silva Dallara, Camila da Cruz Brum e Alencar, Michelly Janaína Cordeiro de Araújo.
  • 1.25 - Percentual de Municípios que Realizam a Inserção de Dispositivo Intrauterino-DIU na Atenção Básica (↑)

    Percentual de Municípios que Realizam a Inserção de Dispositivo Intrauterino-DIU na Atenção Básica (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PE, PAS
  • Resumo
  • Indicador mensura a quantidade de municípios que realizam a inserção de DIU na Atenção Primária à Saúde-APS no Estado de Goiás, em um determinado período de tempo.

  • Complemento
  • A ampliação do acesso ao DIU com cobre na APS é uma estratégia compartilhada e complementar às ações de saúde reprodutiva da Atenção Básica e está no rol da Carteira de serviços da APS.

  • Usos
    • Monitorar o acesso às informações sobre método contraceptivo DIU, municípios que fazem inserção do DIU;
    • Mensurar o impacto na morbimortalidade materno infantil;
    • Analisar o atendimento e a qualificação da APS em Planejamento Reprodutivo.
  • Limitações
    • Quando o registro do procedimento é feito em outros níveis de complexidade, por não atender aos critérios de inserção de DIU na APS.
  • Fórmula
  • Número de municípios que inserem DIU na APS ÷ 246 (total de municípios do Estado de Goiás) × 100

  • Parâmetro/Meta
  • Parâmetro: Ideal 100% dos municípios inserirem o DIU na APS

    Meta: Aumentar para 50% o número de municípios que realizam a inserção de DIU na Atenção Básica¹.

    • ¹Indicador Plano Estadual de Saúde, PES/SES-GO 2020/2023.

    Diretriz: Ampliação e qualificação das ações e serviços, aprimorando as Políticas de Saúde para o SUS.

    Objetivo: Ampliar acesso aos serviços de saúde de forma regionalizada.

  • Fonte
    • Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB).
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR:

    Acessar o site: https://sisab.saude.gov.br/

    Selecionar o relatório: Saúde/Produção

    Realizar as seguintes seleções:

    Unidade Geográfica: Município

    Competência: Selecionar os meses que deseja avaliar

    Ir em Tipo de Produção

    Selecionar: Tipo de procedimento

    Procurar: DIU

    Selecionar :(0301040028) Atendimento Clinico P/ Indicacao, Fornecimento E Insercao Do Dispositivo Intra-Uterino (Diu), (0301040141) Insercao De Dispositivo Intra-Uterino (Diu).

    Fazer Download para obtenção dos dados.

    DENOMINADOR:

    246 (total de municípios do Estado de Goiás)

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Atenção Primária
    • Fone: (62) 3201-7876 3201-7885
    • e-mail: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 28/06/2022
  • Elaborado por
  • Helenita Macedo Rocha, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.26 - Percentual de Pacientes Desospitalizados Encaminhados para a Rede de Atenção (↑)

    Percentual de Pacientes Desospitalizados Encaminhados para a Rede de Atenção (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Indicador que mensura o número de pacientes desospitalizados encaminhados à rede de Atenção no mês.

  • Complemento
    • Avalia a capacidade progressiva do serviço em prestar assistência de forma eficaz (qualidade da assistência), promovendo encaminhamentos à rede de atenção de forma que assegurem a continuidade do tratamento e cuidados ao paciente domiciliado.
  • Usos
    • Mensurar o Percentual de Pacientes desospitalizados encaminhados à rede de Atenção.
  • Limitações
    • Área de abrangência territorial;
    • Ausência de equipes qualificadas para a continuidade do tratamento e cuidados necessários.
  • Fórmula
  • Número de pacientes desospitalizados encaminhados para a rede de atenção do seu município de residência ÷ Total de pacientes que receberam alta hospitalar × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Médias anteriores (meta a ser contabilizada a partir da implantação deste).
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial – SES/GO.
  • Tabulação/Cálculo
    • 1º Passo: Buscar nos registros da Unidade os valores do núme-ro de pacientes que receberam alta hospitalar total e aqueles que foram encaminhados para a rede de atenção.
    • 2º Passo: Somar os valores diários para obter o valor mensal de pacientes de alta hospitalar e aqueles que foram encami-nhados para a rede de atenção.
    • Resultado: Percentual de Pacientes desospitalizados encami-nhados para a rede de Atenção.

     

    Fonte: Procedimento de tabulação elaborado pela GAE/SPAIS/SES, em 01/08/2023.

  • Área responsável
    • Gerência de Atenção Especializada (GAE)
    • Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde (SPAIS).
    • Gerência de Atenção Especializada.
    • Fone: 3201-7885
    • e-mail: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 29/01/2024
  • Elaborado por
  • Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira, Sebastiana Maria de Paulo Nunes, Neiva Fernanda C. Duarte, Marli Alves de Oliveira Barbosa, Lúcia Borges Coelho.
  • 1.27 - Percentual de Pacientes Radioacidentados Monitorados (↑)

    Percentual de Pacientes Radioacidentados Monitorados (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PES
  • Resumo
  • Indicador que quantifica o número total de pacientes radioacidentados monitorados pela unidade CARA

  • Complemento
    • Indica o quantitativo de pacientes radioacidentados que compareceram na unidade (CARA) no quadriênio. O referido monitoramento é realizado em cumprimento de determinação judicial, processo número: 0008354-98.1995.401.3500 Justiça Federal-Seção Judiciária de Goiás.
  • Usos
    • Acompanhar a evolução clínica da saúde do paciente vítima do acidente com césio 137.
  • Limitações
    • A unidade é “porta aberta” aos pacientes cadastrados, possui disponibilidade para o atendimento/monitoramento, e, fica condicionado ao comparecimento do usuário, mesmo com realização de busca ativa.
  • Fórmula
  • Número de pacientes radioacidentados monitorados pela unidade CARA ÷ Número de pacientes agendados na unidade CARA ×100

  • Parâmetro/Meta
    • 100% dos pacientes radioacidentados (PES 2024/2027), com possibilidade de variação dos elementos limitantes de 10%.
  • Fonte
    • SISRAD – Sistema de Informação de Saúde dos Radioacidentados
  • Referências
  • BRASIL. Poder Judiciário, Justiça Federal, Seção Judiciária do Estado de Goiás, 8ª Vara, Ação Civil Pública, processo original número: 0008354-98.1995-4.01.3500; Sentença condenatória que obriga o Estado de Goiás a prestar assistência integral  bem como, realizar o monitoramento à saúde dos radioacidentados até a terceira geração das vítimas.  https://processual.trf1.jus.br/consultaProcessual/processo.php ; data de acesso: 14/12/2023 às 15:41 horas;

    BRASIL . Legislação - Lei Federal  número 9.425 de 14 de dezembro de 1996; https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9425.htm,  data de acesso: 14/12/2023 às 13:40 hs; Dispõe sobre a concessão de pensão especial às vítimas do acidente nuclear ocorrido em Goiânia, Goiás.

    BRASIL. Legislação - Lei Estadual número 14.226 de 8 de julho de 2002; https://legisla.casacivil.go.gov.br/api/v2/pesquisa/legislacoes/81789/pdf; data de acesso: 14/12/2023 às 13:41 hs. Reajusta os valores das pensões especiais que especifica, dispõe sobre a concessão de pensões especiais às pessoas irradiadas ou contaminadas que trabalharam na descontaminação da área acidentada com o Césio 137, na vigilância do Depósito Provisório em Abadia de Goiás e no atendimento de saúde às vítimas diretas do acidente e dá outras providências.

    Protocolo de acompanhamento médico Leide das Neves; Protocolo interno em que a equipe médica da extinta Fundação Leide das Neves estruturou no ano de 1.988 para o acompanhamento clínico das vítimas do acidente radiológico com césio 13, ocorrido em setembro do ano de 1987 em Goiânia - Goiás;

  • Tabulação/Cálculo
  • 1º Passo: Acesso ao sistema interno e restrito - SISRAD;

    2º Passo: Abrir abas de período em análise;

    3º Passo: Acessar o relatório;

    4º Passo: Totalizar o número de pacientes agendados;

    5º Passo: Totalizar o número de pacientes monitorados;

    6º Passo: Consolidar através da aplicação da fórmula a quantidade de pacientes que compareceram para recadastramento/monitoramento no período.  

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde-SPAIS
    • Centro Estadual de Assistência aos Radioacidentados Leide das Neves - CARA
    • Diretoria Administrativa
    • Telefone: (62) 3201-4234
    • E-mail: cara.ses@goias.gov.br

     

    • Assessoria Técnica de Gestão – ASTEG
    • Coordenação de Planejamento
    • Telefone: (62) 3201-7892
    • Email: astegsais.saude@gmail.com
  • Elaborado em
  • 21/12/2023
  • Elaborado por
  • Glauciene Umbelina de Freitas Esteves, Rachel Avelar, Cristiane Aparecida Spirlandelli
  • 1.28 - Percentual de Perda de Medicamentos por Prazo de Validade Expirado (↓)

    Percentual de Perda de Medicamentos por Prazo de Validade Expirado (↓)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • O indicador tem a finalidade de monitorar a Perda de Medicamentos por Expiração do Prazo de Validade em todas as Unidades de Saúde da rede estadual, aprimorando e implantando ferramentas e processos de trabalho que permitam reduzir a perda de medicamentos.

  • Complemento
    • O adequado gerenciamento do estoque e distribuição dos medicamentos nos Hospitais e Policlínicas, constitui uma ferramenta de racionalização do bem público e otimização de resultados, uma vez que o valor gasto com medicamentos representa uma parcela expressiva dos gastos em uma unidade de saúde.
  • Usos
    • O indicador monitora a perda financeira das Unidades de Saúde devido a expiração por prazo de validade dos medicamentos. 
  • Limitações
    • O balanço físico precisa ser feito com frequência e o sistema MV precisa ser alimentado de forma correta (baixa por prazo de validade expirado).
  • Fórmula
  • Valor financeiro da perda do segmento padronizado por validade expirada no hospital ÷ Valor financeiro inventariado na CAF(Central de Abastecimento Farmacêutico) no período × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro não referenciado.
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Ambulatorial e Hospitalar.
  • Tabulação/Cálculo
  • Numerador: Valor financeiro dos medicamentos perdidos por prazo de validade no mês.

    1º PASSO: Buscar nos relatórios do Sistema de Gestão Ambulatorial e Hospitalar, o valor financeiro dos medicamentos vencidos na Unidade.

    Denominador: – Valor financeiro do total de medicamentos em estoque X 100

    1° PASSO: Buscar nos relatórios do Sistema de Gestão Ambulatorial e Hospitalar, o valor financeiro do estoque total da Unidade.

    Resultado: Aplicar a fórmula.

  • Área responsável
    • Superintendência de Política de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Assistência Farmacêutica (GERAF)
    • Coordenação de Assistência Farmacêutica na Atenção Especializada e Hospitalar
    • Fone: 3201- 7885/ 2657
    • E-mail: sais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 05/10/2022
  • Elaborado por
  • Gysella Santana Honório de Paiva, Tatiana Nogueira de Deus Amaral, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira
  • 1.29 - Percentual de Procedimentos em Práticas Integrativas Realizados pelo o Centro Estadual de Referência em Medicina Integrativa e Complementar (CREMIC) (↑)

    Percentual de Procedimentos em Práticas Integrativas Realizados pelo o Centro Estadual de Referência em Medicina Integrativa e Complementar (CREMIC) (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Resumo
  • Indicador que mensura o percentual de procedimentos realizados em práticas integrativas na Unidade em relação à capacidade máxima de procedimentos realizados mensalmente.

     

  • Complemento
    • Verificar o percentual de procedimentos realizados pela Unidade, a fim de alcançar a meta de 80% de procedimentos, bem como os resultados das ações gerenciais realizadas, visando garantir o acesso e a oferta de práticas integrativas.

  • Usos
    • Auxiliar na aferição do potencial produtivo físico e de recursos humanos da Unidade;

    • Demonstrar a eficiência, organização e efetividade dos processos de trabalho da Unidade;

    • Auxiliar na identificação de necessidades relacionadas ao quadro de recursos humanos, aquisição de novas tecnologias, infraestrutura adequada.

  • Limitações
    • A inconsistência na alimentação dos dados pelos servidores, referentes aos procedimentos realizados;

    • As inadequações da estrutura física e dos recursos tecnológicos, impactando no número de procedimentos.

  • Fórmula
  • (Número total de procedimentos realizados na Unidade, registrado nos códigos das práticas ofertadas mensalmente ÷ 5000) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • 80% da capacidade de procedimento
  • Fonte
    • Mapa diário de registro de procedimentos realizados na Unidade, consolidado mensalmente, enviado via SEI.

  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR

    1º Passo: Buscar nos registros da Unidade o número de procedimentos realizados pela unidade/mês.

    2º Passo: Salvar os dados em planilha.

     

    DENOMINADOR

    Capacidade máxima de procedimentos realizados mensalmente (5000 procedimentos/mês)

     

    RESULTADO

    -Aplicar a fórmula.

  • Área responsável
    • Superintendência de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Telefone: 3201-7885 e 3201-7027
    • Email: sais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 05/07/2022
  • Elaborado por
  • Suely Marques Rosa, Emanuelle de Queiroz Monteiro,Juliana de Sousa Pires, Vânia Marra Passos, Rosilene Martins da Silva, Frederico Rodovalho
  • 1.30 - Percentual de Qualificações Realizadas na Atenção às Populações Específicas no Território Goiano (↑)

    Percentual de Qualificações Realizadas na Atenção às Populações Específicas no Território Goiano (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • PES
  • Resumo
  • Indicador que mensura o número de serviços qualificados nos Municípios, Regionais de Saúde e serviços sob gestão da SES, em relação às Populações Específicas Vulnerabilizadas para Promoção da Equidade em Saúde.

  • Complemento
    • Permite, a partir das qualificações, estabelecer ações para o cuidado à saúde das populações específicas e ampliação do acesso dessas pessoas, de modo a identificar usuários, famílias e instituições de referência.
  • Usos
    • Monitorar os processos de implantação e implementação das políticas de promoção da equidade em saúde e atenção às populações específicas vulnerabilizadas no território goiano;
    • Mapear municípios, serviços próprios e regionais de saúde quanto ao aprimoramento das estratégias contínuas de promoção da equidade em saúde.
  • Limitações
    • A realização das qualificações nos municípios dependem de autorização da gestão local, o que pode impactar e reduzir o número de ações realizadas.
  • Fórmula
  • Número de qualificações realizadas na atenção às populações específicas ÷ Número de qualificações previstas na atenção às populações específicas × 100

  • Parâmetro/Meta
    • ≥ 70% (PES 2024/2027).
    • Qualificar 294 serviços na atenção às Populações Específicas.
  • Fonte
    • Relatórios gerenciais de execução de qualificações: assessoramento, treinamentos em serviço, monitoramentos locais.
  • Tabulação/Cálculo
    • 1º Passo: Realização do treinamento
    • 2º Passo: acompanhamento e monitoramento nos municípios em que tenham serviços implantados através de visita in loco e/ou planilha em meio física ou eletrônico com número de atendimentos realizados
    • 3º passo: Consolidação dos dados em relatório gerencial, trimestralmente.
  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas e Atenção Integral à Saúde - SPAIS
    • Gerência de Atenção às Populações Específicas - GERPOP
    • Coordenação de Planejamento e Processo
    • Fone: (62) 3201-6254 / 8148
    • E-mail:gerpop.saude@goias.gov.br

     

    • Assessoria Técnica de Gestão – ASTEG
    • Coordenação de Planejamento
    • Telefone: (62) 3201-7892
    • E-mail: astegsais.saude@gmail.com
  • Elaborado em
  • 07/11/2023
  • Elaborado por
  • Danielle Almeida Santos Damasceno, Wiley Pereira da Silva, Cristiane Aparecida Spirlandelli
  • 1.31 - Percentual de Requisições Atendidas das Insulinas NPH e Regular (↑)

    Percentual de Requisições Atendidas das Insulinas NPH e Regular (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Gestão de Risco
  • Resumo
  • O indicador monitora o número de requisições atendidas conforme consumo médio mensal das insulinas NPH e Regular e visa a distribuição de forma equânime e proporcional às necessidades dos municípios.

  • Complemento
    • As informações obtidas com o indicador monitora o número de requisições atendidas evitando o desabastecimento das insulinas nos municípios do Estado de Goiás e a descontinuidade no tratamento do paciente.
  • Usos
    • O indicador tem a finalidade de ampliar a resolutividade da Atenção Primária.
  • Limitações
    • Dados insuficientes e inconsistentes dos pacientes insulinodependentes no Estado de Goiás.
  • Fórmula
  • Número de requisições atendidas conforme consumo médio mensal ÷ número de requisições recebidas × 100

  • Parâmetro/Meta
    • 99% (Mapa de Gestão de Risco)
  • Fonte
    • Hórus - Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica.
  • Tabulação/Cálculo
  • Numerador: Número de requisições atendidas conforme consumo médio mensal

    1º passo: Acessar BI-Hórus (http://ads.saude.gov.br/servlet/mstrWeb);

    2º passo: Na página inicial, clicar em BI-HORUS;

    3º passo: Clicar em "Criar Relatório";

    4º passo: Clicar em "Relatório em Branco";

    5º passo: Clicar em "Atributos";

    6º passo: Clicar em "Atributos Horus";

    7º passo: Clicar em "Data", clicar e arrastar a opção desejada (Ano, data, dia do mês, mês, mês Ano...)para a posição linha;

    8º passo: Clicar em "Data", clicar e arrastar a opção desejada (Ano, Data, Dia do Mês, Mês, Mês Ano...)para o campo "filtro de relatório";

    9º passo: Especificar o período, conforme a opção selecionada (Ano, Data, Dia do Mês, Mês, Mês Ano...) e clicar em "Aplicar";

    10º passo: Clicar em "Hórus Básico/ Estratégico", clicar e arrastar a opção " Programa de Saúde" para o campo "filtro de relatório";

    11º passo: Selecionar o programa "Diabetes" e clicar em "Aplicar";

    12º passo: Clicar em "Saída";

    13º passo: Clicar e arrastar o atributo " Estabelecimento de Saúde Atendente" para o campo "filtro de relatório"; 

    14º passo: Selecionar o estabelecimento "CENTRAL DE ABASTECIMENTO FARMACÊUTICO ESTADUAL DE GOIÁS" e clicar em "Aplicar";

    15º passo: Clicar e arrastar o atributo "Estabelecimento de Saúde Destino" para a posição linha;

    16º passo: Clicar em "Métricas";

    17º passo: Clicar em "Métricas Horus";

    18º passo: Clicar em "Métricas Saída";

    19º passo: Clicar em "Métricas Específicas";

    20º passo: Clicar e arrastar a métrica "Nº Distribuições"para a posição colunas;

    21º passo: Clicar no ícone "Executar Relatório";

    22º passo: Clicar no ícone "Exportar";

    23º passo: Selecionar a opção "Excel com texto simples" e clicar em "Exportar";

    24º passo: Salvar arquivo na rede: Z:\2023\CBAF\Insulinas\GR Mensal\Req_Atd1Q23

    Obs.: Nome do arquivo corresponde ao quadrimestre monitorado

    Denominador: Número de requisições recebidas 

    1º passo: Entrar no sistema Hórus - scaweb.saude.gov.br

    2º passo: Verificar requisições solicitadas;

    3º passo:  Entrar em Gestor Estadual - movimentação - atender requisição;

    4º passo: Selecionar a regional de saúde e o status da requisição "Solicitado".

    Obs.: Quando a requisição é atendida, o status de solicitado some da lista de pendência. Portanto, não consta relatório de requisições recebidas.

    Resultado: Aplicar a fórmula

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Assistência Farmacêutica (GERAF)
    • Coordenação de Assistência Farmacêutica na Atenção Especializada e Hospitalar
    • Fone: 3201- 7885/ 2657
    • e-mail: sais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 18/05/2022
  • Elaborado por
  • Gysella Santana Honório de Paiva, Tatiana Nogueira de Deus Amaral, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira
  • 1.32 - Percentual de Requisições de Medicamentos para Toxoplasmose Atendidos em 48 horas (↑)

    Percentual de Requisições de Medicamentos para Toxoplasmose Atendidos em 48 horas (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Gestão de Risco
  • Resumo
  • Percentual de requisições de medicamentos para toxoplasmose atendidos em 48 horas em relação ao total de requisições recebidas em um determinado tempo e local. 

  • Complemento
    • As informações obtidas com o indicador monitora se o paciente foi atendido em tempo oportuno para melhor desfecho clínico.
  • Usos
    • Monitorar o número de requisições atendidas em 48 horas e avaliar a eficiência da distribuição dos medicamentos utilizados para Toxoplasmose;
    • Ampliar o acesso aos serviços de saúde de forma regionalizada.
  • Limitações
    • Falta de monitoramento do tempo de liberação das remessas;
    • Desconhecimento dos municípios acerca do fluxo de solicitação e documentos necessários;
    • Prescrições em desacordo com as Orientações Técnicas do Ministério da Saúde.
  • Fórmula
  • Número de requisições atendidas em 48 horas ÷ Número de requisições recebidas x 100

  • Parâmetro/Meta
    • 99% (Mapa de Gestão de Risco).
  • Fonte
  •  

    • Planilha de monitoramento de risco - Toxoplasmose.
  • Tabulação/Cálculo
  • Numerador: Número de Requisições atendidas em 48 horas.

    1º passo: Buscar na planilha de Excel a quantidade de requisições atendidas em 48 horas.

    Denominador: Número de Requisições recebidas X 100%

    1º passo: Buscar na planilha de Excel a quantidade de requisições recebidas.

    • Aplicar a fórmula.



  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Assistência Farmacêutica (GERAF)
    • Coordenação de Assistência Farmacêutica na Atenção Especializada e Hospitalar
    • Fone: 3201- 7885/ 2657
    • E-mail: spais.monitora.saude@goias.gov.br

     

  • Elaborado em
  • 18/05/2022
  • Elaborado por
  • Gysella Santana Honório de Paiva, Tatiana Nogueira de Deus Amaral, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira
  • 1.33 - Percentual de Satisfação de Doadores de Sangue (↑)

    Percentual de Satisfação de Doadores de Sangue (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Avaliação dos níveis de satisfação percebidos pelos doadores de sangue ao serem atendidos nas unidades da hemorrede.

  • Complemento
    • Verificar a associação entre o desempenho dos serviços de saúde e a percepção dos doadores de sangue sobre a qualidade da assistência;
    • Prevalência de bons níveis de satisfação correlacionam com o bom atendimento realizado pela unidade, ao contrário, baixos níveis indicam deficiência na assistência prestada;
    • Indicador a ser preenchido pelo Hemocentro Estadual Coordenador Prof. Nion Albernaz (HEMOGO) e pelo Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL). 
  • Usos
    • Utilizado como um instrumento para avaliar a satisfação dos doadores de sangue em relação aos atendimentos ofertados pela unidade.
  • Limitações
    • Ausência ou inconsistência na alimentação dos dados;
    • Deficiências ou não realização de pesquisa de satisfação.
  • Fórmula
  • (Número de doadores que se declararam satisfeitos ou muito satisfeitos ÷ Total de doadores que responderam a pesquisa) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • ≥ 95% (Contrato de Gestão 070/2018 e Contrato de Gestão 003/2014).
  • Fonte
    • Serviço de Hemoterapia.
    • Dados de pesquisa de satisfação das unidades.
  • Referências
  • Tabulação/Cálculo
  • Considerando que não se trata de dados inseridos em Sistemas de Informação em Saúde, a base de dados deve ser informada pela própria unidade de registro.

    Desta forma, a tabulação deverá seguir os seguintes passos:

    NUMERADOR

    • Buscar o número de doadores de sangue que se declararam “satisfeitos” no período avaliado.
    • Buscar o número de doadores de sangue que se declararam “muito satisfeitos” no período avaliado.
    • Somar o total de doadores "satisfeitos" com o de doadores "muito satisfeitos". 

    DENOMINADOR 

    • Buscar o número total de doadores de sangue que participaram da pesquisa de satisfação no período avaliado. 

    OBS.: Considere que a declaração de “muito satisfeito” é o grau máximo de satisfação do serviço e que essas opções de avaliação correspondem, por exemplo, aos critérios de satisfação “bom e muito bom” ou “bom e ótimo” ou “bom e excelente”.

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)

    • Gerência de Atenção Especializada

    • Fone: (62) 3201-7886

    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br

  • Elaborado em
  • 13/06/2023
  • Elaborado por
  • Kellyngton de França Magalhães, Maria do Rosário Ferraz Roberti, Anselmo Ribeiro de Sousa Neto, Ana Paula Almeida Cruz Guimarães Morais, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira, Camila da Cruz Brum e Alencar, Michelly Janaína Cordeiro de Araújo.
  • 1.34 - Percentual de Serviços Considerados Essenciais Oferecidos na Atenção Primária (Município com Carteira Mínima Implantada) (↑)

    Percentual de Serviços Considerados Essenciais Oferecidos na Atenção Primária (Município com Carteira Mínima Implantada) (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Contrapartida Estadual à Atenção Primária
  • Resumo
  • Indicador que mensura o percentual de serviços considerados essenciais oferecidos na Atenção Primária em determinado espaço geográfico, no período considerado.

  • Complemento
  • Lista mínima de ações e serviços de saúde classificados como essenciais na Atenção Básica:

    1. Acolhimento (escuta inicial/ orientação), consulta no dia, atendimento de urgência na APS;

    2.  Atendimento a demanda agendada /programada/ cuidado continuado teleconsulta na APS;

    3.  Atividades coletivas feitas por médicos, enfermeiros e dentistas;

    4. Visita do ACS;

    5.  Atendimento individual em domicílio;

    6. Cuidados para a saúde bucal;

    7. Vacinação;

    8. Desenvolvimento das ações de controle da dengue e outros riscos ambientais em saúde;

    9. Pré-natal e puerpério;

    10. Puericultura;

    11. Rastreamento de câncer de colo uterino (preventivo) e câncer de mama,

    12.  Curativo simples, Curativo especial e drenagem de abscesso;

    13.  Planejamento familiar, inserção de DIU na APS;

    14. Triagem neonatal;

    15. Teste rápido de sífilis, HIV e Hepatites virais;

    16. Atendimento de condições e doenças crônicas: Asma,Acidente Vascular Cerebral, Dengue,Desnutrição,Diabetes, Gravidez, Hipertensão arterial,Obesidade,Reabilitação Usuário de álcool;

    17. Ações de promoção da saúde e proteção social na comunidade controle do tabagismo.

     

  • Usos
    • A lista mínima de ações e serviços de saúde classificados como essenciais na Atenção Básica norteiações para promoção à saúde e prevenção de doenças e agravos, tratamento, cura e reabilitação ao usuário da APS.
  • Limitações
    • Não mede a continuidade do cuidado ou a proporção em relação à população estimada/cadastrada;
    • Atendimentos/procedimentos não registrados podem indicar falta de demanda, e não falta de oferta.
  • Fórmula
  • (Número de serviços ofertados ÷ Número total de serviços essenciais elencados lista mínima) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Meta:≥ 80%.
  • Fonte
    • Centralizador estadual/e-SUS.
  • Referências
  • Tabulação/Cálculo
  • Extração dos dados:

    Numerador: O somatório dos serviços oferecidos nas unidades básicas de saúde do município conforme lista abaixo:

    1. Acolhimento (escuta inicial/ orientação),classificação de risco com encaminhamento dentro da unidade; Tipo de produção – atendimento individual - CIAP 48 Esclarecimento discussão motivo consulta, CIAP58 Aconselhamento escuta terapêutica, SISAB - ficha de atendimento individual; Escuta inicial 0301040079; Acolhimento com classificação de risco 0301060118; consulta no diaatendimento de urgência na APS - Atendimento de urgência em atenção básica – Campo: Tipo de Atendimento, registro do item: Atendimento de Urgência SISAB - ficha de atendimento individual;
    2. Atendimento a demanda agendada /programada/ cuidado continuado em atenção básica – Campo: Tipo de Atendimento, registro do item: Atendimento de demanda espontânea e programada SISAB - ficha de atendimento individual; ; 0301010250 teleconsulta na APS

    3. Atividades coletivas feitas por médicos, enfermeiros e dentistasRegistro na Ficha de Atividade Coletiva – SISAB, campo 5: Atendimento em grupo, registro no item (05).

    4. Visita do ACS: Tipo de produção: visita domiciliar, categoria profissional: agente comunitário de saúde;

    5. Atendimento individual em domicílio: Campo: local de atendimento, registro do item Domicílio (categoria 4) SISAB - ficha de atendimento individual; 0101030029 Visita domiciliar/institucional por profissional de nível superior.

    6. Cuidados para a saúde bucal –tratamento ambulatorial e urgências – Campo: Tipo de Atendimento registro do item Atendimento de Urgência SISAB - ficha de atendimento odontológico;

    7. Vacinação: eSUS

    8. Desenvolvimento das ações de controle da dengue e outros riscos ambientais em saúde: relatório de atividades coletivas – quantidade de atividade coletiva – temas para saúde – ações de combate ao Aedes aegypti

    9..Pré-natal e puerpério: atendimento individual, campo: Avaliação, condição/problema detectado pré-natal e puerpério – códigos CIAP2 e/ou CID10 relacionados à gestação e/ou desfecho da gestação. CIAP2: W03, W05, W29, W71, W78, W79, W80, W81, W84 e W85; CID10: O11, O120, O121, O122, O13, O140, O141, O149, O150, O151, O159, O16, O200, O208, O209, O210, O211, O212, O218, O219, O220, O221, O222, O223, O224, O225, O228, O229, O230, O231, O232, O233, O234, O235, O239, O299, O300, O301, O302, O308, O309, O311, O312, O318, O320, O321, O322, O323, O324, O325, O326, O328, O329, O330, O331, O332, O333, O334, O335, O336, O337, O338, O752, O753, O990, O991, O992, O993, O994, O240, O241, O242, O243, O244, O249, O25, O260, O261, O263, O264, O265, O268, O269, O280, O281, O282, O283, O284, O285, O288, O289, O290, O291, O292, O293, O294, O295, O296, O298, O009, O339, O340, O341, O342, O343, O344, O345, O346, O347, O348, O349, O350, O351, O352, O353, O354, O355, O356, O357, O358, O359, O360, O361, O362, O363, O365, O366, O367, O368, O369, O40, O410, O411, O418, O419, O430, O431, O438, O439, O440, O441, O460, O468, O469, O470, O471, O479, O48, O995, O996, O997, Z640, O00, O10, O12, O14, O15, O20, O21, O22, O23, O24, O26, O28, O29, O30, O31, O32, O33, O34, O35, O36, O41, O43, O44, O46, O47, O98, Z34, Z35, Z36, Z321, Z33, Z340, Z340, Z348, Z349, Z350, Z351, Z352, Z353, Z354, Z357, Z358, Z359. 

    Pré-natalCIAP2-> W78 AB -> ABP001
    Puerpério CIAP2-> W18 AB -> ABP002

    10. Puericultura: atendimentos de puericultura, atendimento individual para criança (médico ou enfermeiro) para menores de dois anos, em determinado local e período;

    0301010269 – Avaliação do crescimento na puericultura; 0301010277 – Avaliação do desenvolvimento da criança na puericultura.

    Puericultura AB -> ABP004

    11. Rastreamento de câncer de colo uterino (preventivo) e câncer de mama: ficha de procedimentos – coleta de citopatológico de colo de útero 0201020033 e; solicitação de exames – requisição de mamografia 0204030030 ou 0204030188.

    Coleta de citopatológico de colo de útero
    SIGTAP -> 0201020033
    AB -> ABP022 (ficha procedimento -> ABPG010)
    Requisição de mamografia
    SIGTAP -> 0204030030 e 0204030188
    AB -> ABP023 (nao existe mamografia na ficha de procedimento)

    12. Curativo simples: Campo Procedimentos/Pequenas Cirurgias, registro do item curativo simples SISAB – ficha de procedimentos (0301100284 curativo simples).Curativo especial: Campo Procedimentos/Pequenas Cirurgias, registro do item curativo especial SISAB – ficha de procedimentos. E drenagem de abscesso: Campo Procedimentos/Pequenas Cirurgias, registro do item Drenagem de abscesso, SISAB – ficha de procedimentos.

    Curativo simples
    SIGTAP -> 0301100284
    AB -> ABPG035

    Curativo especial

    SIGTAP -> 0301100276
    AB -> ABPG007
    Drenagem de abscesso
    SIGTAP -> 0401010031
    AB -> ABPG008

    13. Planejamento familiar, inserção de DIU na APS: Tipo de produção – Atendimento individual – CIAP2: Y14- planejamento familiar, W11-Contracepção oral, W12- contracepção intra uterina, W14- contracepção CID10 – Z30 anticoncepção, Z30.1 aconselhamento geral sobre contracepção, Z30.4 supervisão do uso de medicamentos anticoncepcionais, Z30.5 supervisão de dispositivo anticoncepcional (intrauterino), Z30.8 outro procedimento anticoncepcional, Z30.9 procedimento anticoncepcional;

    Ficha de procedimento: 0301040028 atendimentos clínico para indicação fornecimento e inserção do DIU ; 0301040141 inserção do dispositivo intrauterino. ficha de atendimento individual SISAB;

    14. Triagem neonatal (Teste do Pezinho): Campo Procedimentos/Pequenas Cirurgias, registro do item SIGTAP 02.01.02.005-0, SISAB – ficha de procedimentos

    Código AB:
    SIGTAP -> 0201020050
    AB -> ABEX021 (ficha de atendimento individual)(consulta na proced_atend)

    15. Teste rápido de sífilis, HIV e Hepatites virais: Tipo de Produção/Procedimento; Teste rápido HIV, Teste rápido sífilis, Teste rápido hepatite C, SISAB – ficha de procedimentos.

    Códigos AB:

    HIV
    SIGTAP -> 0214010058
    AB -> ABPG024

    HEPATITE
    SIGTAP -> 0214010090
    AB -> ABPG025

    SIFILIS
    SIGTAP -> 0214010074
    AB -> ABPG026

    16. Atendimento de condições e doenças crônicasTipo de produção – Atendimento individual – Condição/problema avaliado, conforme códigos CID10 e CIAP2 a seguir elencados:

    Asma: CID10: J45, J45.0, J45.1, J45.9, CIAP 2: R96;

    Acidente Vascular Cerebral: CID10: I64, CIAP 2: K90, K89;

    Dengue: CID10: A90, A91, CIAP 2: A77;

    Desnutrição: CID10: E4, CIAP 2: T29, T91, D99;

    Diabetes: CIAP2: T89; T90; W85; CID10: E10, E100, E101, E102, E103, E104, E105, E106, E107, E108, E109, E11, E110, E111, E112, E113, E114, E115, E116, E117, E118, E119, E12, E120, E121, E122, E123, E124, E125, E126, E127, E128, E129, E13, E130, E131, E132, E133, E134, E135, E136, E137, E138, E139, E14, E140, E141, E142, E143, E144, E145, E146, E147, E148, E149, O24, O240, O241, O242, O243, O244, O249, P702

    Gravidez: CIAP2: W03, W05, W29, W71, W78, W79, W80, W81, W84 e W85; CID10: O11, O120, O121, O122, O13, O140, O141, O149, O150, O151, O159, O16, O200, O208, O209, O210, O211, O212, O218, O219, O220, O221, O222, O223, O224, O225, O228, O229, O230, O231, O232, O233, O234, O235, O239, O299, O300, O301, O302, O308, O309, O311, O312, O318, O320, O321, O322, O323, O324, O325, O326, O328, O329, O330, O331, O332, O333, O334, O335, O336, O337, O338, O752, O753, O990, O991, O992, O993, O994, O240, O241, O242, O243, O244, O249, O25, O260, O261, O263, O264, O265, O268, O269, O280, O281, O282, O283, O284, O285, O288, O289, O290, O291, O292, O293, O294, O295, O296, O298, O009, O339, O340, O341, O342, O343, O344, O345, O346, O347, O348, O349, O350, O351, O352, O353, O354, O355, O356, O357, O358, O359, O360, O361, O362, O363, O365, O366, O367, O368, O369, O40, O410, O411, O418, O419, O430, O431, O438, O439, O440, O441, O460, O468, O469, O470, O471, O479, O48, O995, O996, O997, Z640, O00, O10, O12, O14, O15, O20, O21, O22, O23, O24, O26, O28, O29, O30, O31, O32, O33, O34, O35, O36, O41, O43, O44, O46, O47, O98, Z34, Z35, Z36, Z321, Z33, Z340, Z340, Z348, Z349, Z350, Z351, Z352, Z353, Z354, Z357, Z358, Z359.

    Hipertensão arterial CIAP2: K86; K87; W81 ; CID10: I10, I11, I110, I119, I12, I120, I129, I13, I130, I131, I132, I139,I15, I150, I151, I152, I158, I159, I270, I272, O10, O100, O101, O102, O103, O104 e O109.

    Infarto CIAP2: K75, K78; CID10: I23, I231, I232, F011, I230, I21, I219, I214, I210, I211, I21, I213, I252, I63, I634, I631, I635, I632, I633, I630, I636, I639, D735, K763, I22, I220, I221, I228, I229, M622, N280, Z034, I66, I65, I238, I638, I234, I235, I233, I693, I236.

    Obesidade CIAP2: T82, CID10: E66, E660, E661, E662, E669, E668.

    Reabilitação CID10: Z50, Z508, Z509, Y711, Y701, Y731, Y741, Y791, Y721, Y811, Y801, Y751, Y761, Y771, Y781, Z500, Z505, Z502, Z503, Z507

    Usuário de álcool: CIAP2: P15, P16, CID10: F100, F101, F102, F103, F104, F105, F106, F107, F108, F109

    Usuários de outras drogas: CID: F11, F12, F13, F14, F15, F16, F17, F18, F19, CIAP 2: P19

    Códigos AB:

    CIAP2 -> R96, AB -> ABP009 -- Asma
    CIAP2 -> K90, K89, I64 -- AVC
    CIAP2 -> A77, AB -> ABP019 -- Dengue
    CIAP2 -> T91, AB -> ABP008 -- Desnutrição
    CIAP2 -> T90, AB -> ABP006 -- Diabetes
    CIAP2 -> W78, AB -> ABP001 -- Pré-natal
    CIAP2 -> A78, AB -> ABP018 -- Hanseníase
    CIAP2 -> K86, AB -> ABP005 -- Hipertensão
    CIAP2 -> K75, K78 -- infarto
    CIAP2 -> T82, AB -> ABP007 -- Obesidade
    CIAP2 -> 57 AB -> ABP015 -- Reabilitação
    CIAP2 -> P16, AB -> ABP012 -- Usuário de álcool
    CIAP2 -> P19, AB -> ABP013 -- Usuário de drogas.

    17. Ações de promoção da saúde e proteção social na comunidade: Atividade coletiva – Registro na ficha de atividade coletiva, SISAB, Campo Atividade: Educação em saúde (item 04Avaliação/Procedimento coletivo (item 06); , E controle do tabagismo: Campo Atividade Coletiva, registro no item Práticas em Saúde – Programa Nacional Controle do Tabagismo; registrar em uns dos campos: PNCT Sessão 1, PNCT Sessão 2, PNCT Sessão 3 e PNCT Sessão 4.

     

    Denominador: 17, que é o quantitativo máximo de serviços essenciais elencados nesse indicador.

     

    • Aplicar fórmula
  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS).

    • Gerência de Atenção Primária.

    • Fone: (62) 3201-7876 3201-7885

    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br

  • Elaborado em
  • 29/06/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.35 - Porcentagem de Mortalidade Institucional (↓)

    Porcentagem de Mortalidade Institucional (↓)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • SIGUS
  • Resumo
  • Relação percentual entre o número de óbitos que ocorreram após a admissão hospitalar do paciente, no período, e o número de pacientes que tiveram saída do hospital (por alta, evasão, desistência do tratamento, transferência externa ou óbito) no mesmo período.

  • Complemento
    • Em decorrência do aumento da resolutivida dos procedimentos hospitalares considera-se 24 horas tempo suficiente para que a ação terapêutica e consequente responsabilidade do hospital seja efetivada (Ministério da Saúde, 2002).
  • Usos
    • Melhoria interna da qualidade da assistência à saúde;
    • Comparação de desempenho hospitalar (benchmarking);
    • Monitoramento da qualidade da assistência com vistas ao planejamento de ações que contribuam para maior efetividade e eficiência do cuidado à saúde;
    • É desejável atingir valores mais baixos de taxa de mortalidade institucional contudo, altas taxas não refletem necessariamente problemas na qualidade da assistência hospitalar tendo em vista que grande parte podem ser atribuíveis ao conjunto de serviços disponibilizados e aos distinto perfis de complexidade clínica dos pacientes admitidos.
  • Limitações
    • Distorções no registro e tratamento dos dados na unidade de saúde;
    • A variabilidade da taxa decorre de diferenças na especialização de atendimento, perfil do paciente atendido, porte e nível do hospital.
  • Fórmula
  • (Número de óbitos ≥ 24 h de internação no período ÷ Número de saídas hospitalares no período)×100

  • Parâmetro/Meta
    • Não aplica
  • Fonte
    • Sistema de Gestão Ambulatorial e Hospitalar- SES/GO.
  • Tabulação/Cálculo
  • Tabulação Tabwin 

    • Linhas: Ano/mês de saída
    • Colunas: Não ativa
    • Incremento: Frequência¹  
                          Óbitos²
    • Seleções disponíveis: Dias de permanência³ – Todas as categorias, exceto zero (0) dias.

                                         Tipo de AIH: Normal

                                         Ano de saída: Escolher o ano de saída referente ao período de internação desejado

    • Arquivos: Escolher as competências relativas ao período de internação desejado

    ¹Número total de saídas

    ²Número de óbitos 24 h de internação

    ³Número de óbitos 24 h de internação. Segundo a Portaria nº 312, de 30 de abril de 2002 <https://bvsms.saude.gov.br/bvc/publicacoes/padronizacao_censo.pdf>, define como internação hospitalar pacientes que são admitidos para ocupar um leito hospitalar po um período igual ou maior a 24 horas. Logo, todas as internações cujo dias de permanência for superior a zero dias e teve como motivo saía o óbito, serão consideradas para fins de cálculo do numerador do referido indicador.

    Após a tabulação:

    • Clicar no menu “Operações”, “Calcular indicador”.
    • Na caixa de diálogo “Calcula Indicador”, marque no campo “Numerador”, “Óbito, em “Denominador”, Frequência, “Escala”, por 100, “Casas decimais”, 2 e, por fim, em “Título da coluna”, informe o nome do indicador.
    • Clique em “OK”.

    Exportar resultado da tabulação:

    Para exportar o resultado do cálculo do indicador clique no menu “Editar”, “Copiar”. Esta operação copiará todo o conteúdo da tabela para a área de transferência do computador. Cole o resultado no programa de planilha eletrônico desejado utilizando a combinação de teclas “Ctrl+V”.

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)

    • Gerência de Atenção Especializada

    • Fone: (62) 3201-7886/ (62) 3201-7885

    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br

  • Elaborado em
  • 13/06/2023
  • Elaborado por
  • Emanuelle de Queiroz Monteiro, Frederico Rodovalho de Oliveira, Camila da Cruz Brum e Alencar, Michelly Janaína Cordeiro de Araújo.
  • 1.36 - Proporção de Crianças de 1 (um) Ano de Idade Vacinadas na APS Contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B, Infecções Causadas por Haemophilus Influenzae tipo b e Poliomielite Inativada (↑)

    Proporção de Crianças de 1 (um) Ano de Idade Vacinadas na APS Contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B, Infecções Causadas por Haemophilus Influenzae tipo b e Poliomielite Inativada (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Previne Brasil
  • Resumo
  • Este indicador mede o cumprimento do esquema básico de vacinação de Pólio e Penta em crianças com 12 meses com crianças que o município possui cadastradas e vinculadas às equipes de Atenção Primária à Saúde - APS.

  • Complemento
    • Esse indicador tem como objetivo, mensurar o nível de proteção da população infantil contra as doenças imunopreviníveis citadas, mediante o cumprimento do esquema básico de vacinação de penta e pólio no primeiro ano de vida.
  • Usos
    • Mensurar o cumprimento do esquema básico de vacinação de Penta e Pólio no primeiro ano de vida a fim de verificar o nível de proteção contra as doenças imuno preveníveis;

    • Monitorar as diretrizes para a cobertura vacinal de Penta e Pólio no primeiro ano de vida das crianças atendidas nos serviços;

    • Subsidiar o processo de planejamento, gestão e avaliação das ações de imunização no âmbito dos serviços de Atenção Primária;

    • Avaliar o cumprimento de diretrizes e normas para a realização das ações de imunização na APS.

  • Limitações
    • O indicador mede as doses administradas em serviços de APS, não refletindo a totalidade da população vacinada;
    • Considera-se para esse indicador apenas indivíduos vinculados em eSF ou eAP.
  • Fórmula
  • Número de crianças que completaram 12 meses,no quadrimesre avaliado com 3ª doses aplicadas de Poliomielite e Pentavalente ÷ ( Nº de crianças com 12 meses completos no SISAB no quadrimestre avaliado) ou (Potencial de cadastro/População IBGE x nascidos vivos no SINASC)¹ × 100

    ¹ O denominador estimado é calculado somente para municípios com cadastro abaixo de 85% do potencial de
    cadastro, podendo ser utilizado para o cálculo: potencial de cadastro municipal ou cadastro real ou população IBGE. O
    denominador que será utilizado para o cálculo do indicador municipal será o que apresentar o maior valor. 

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro: 95%
    • Meta: 95%
  • Fonte
    • Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica (SISAB).
  • Tabulação/Cálculo
  • REGRAS DE EXTRAÇÃO:

    Denominador:

    Número de crianças cadastradas e vinculadas em equipes de APS que completaram 12 meses no quadrimestre avaliado. Para compor o denominador as crianças devem ter 12 meses de vida completos no quadrimestre avaliado. Serão considera meses de vida entre o primeiro e último dia do quadrimestre avaliado. A idade é calculada na base de dados federal a parti informada no cadastro, que deverá ser igual a data de nascimento registrada no CADSUS.

    Denominador estimado:

    Potencial de cadastro municipal¹ dividido pela população IBGE multiplicado pelo menor número de nascidos vivos entre o a 2019 apresentados no SINASC (Disponível no endereço eletrônico do TABNET/DATASUS).

    ¹Potencial de Cadastro Municipal: Fonte SISAB (Painel de Cadastros).

    Serão consideradas as crianças identificadas pelo CNS ou CPF, cadastradas e vinculadas a uma eSF ou eAP no SISAB, com Relatório de Cadastros.

    Numerador:

    Número de crianças que completaram 12 meses, no quadrimestre avaliado, com 3ª doses aplicadas de Poliomielite e Pentav Para compor o numerador serão consideradas crianças que completaram 12 meses no quadrimestre avaliado e que a partir 3ª doses das vacinas de Poliomelite e Pentavalente.

    Regra de extração:

    3ª doses das vacinas [VIP e Pentavalente Celular] ou 3ª dose da Hexavalente ou 3ª dose de [Penta Acelular e Hepatite B], ou Registro Anterior de Vacinação no prontuário eletrônico do cidadão correspondendo à atualização da caderneta de vacinação.

    Casos excepcionais:

    (ausência da 3º dose de Pentavalente ou Hexavalente ou [Pentavalente Acelular + hepatite B]) Ressaltamos que o preconizado é que seja realizado o esquema completo com as 3 doses da Pentavalente. Porém, em c indicador serão considerados esquemas vacinais (descritos abaixo) onde as doses das vacinas administradas entre 2 e 12 Segue regra de extração, no caso dos cenários excepcionais:

    Primeiro cenário

    2ª dose de Pentavalente + 1 (um) dos esquemas abaixo:

    a) 1 dose DTP + 1 dose hepatite B + 1 dose haemophilus b; ou

    b) 1 dose Tetravalente + 1 dose hepatite B; ou

    c) 1 dose Hexavalente.

    Segundo cenário

    1ª dose de Penta + 1 (um) dos esquemas abaixo:

    a) 2 doses DTP + 2 doses hepatite B + 2 doses haemophilus b; ou

    b) 2 doses Tetravalente + 2 doses de hepatite B; ou

    c) 1 dose de tetra + 1 dose de DTP + 2 doses de hepatite B + 1 dose haemophilus b; ou

    d) 2 doses da Hexavalente.

    Terceiro cenário

    Nenhuma dose de Penta + 1 (um) dos esquemas abaixo:

    a) 3ª dose da Tetravalente + 3ª dose da hepatite B; ou

    b) 3ª dose da DTP + 3ª dose da hepatite B + 3ª dose da haemophilus b.

    Critérios de exclusão:

    • Pessoas com registro do campo “saída do cidadão do cadastro” por motivos de óbito ou mudança no cadastro individual;
    • Pessoas sem vínculo estabelecido com equipes eSF e eAP homologadas/ válidas.

    Equipes e estabelecimentos considerados:

    • Tipologias de equipes consideradas para o cálculo do denominador: eSF (70, exceto equipe ribeirinha) e eAP (76);
    • Categorias profissionais(CBOs) aptas: médicos (2251, 2252, 2253, 2231); enfermeiros (2235); técnicos e auxiliares de enfermagem;
    • Tipologias de estabelecimento consideradas para o cálculo do numerador quando não há indicação de INE de equipe Centro de saúde/Unidade básica; 32- Unidade Móvel Fluvial; 40-Unidade Móvel Terrestre (subtipo 001); 71- Centro de saúde de academia da Saúde;
    • Se o indivíduo vinculado a eSF e eAP for atendido em outras equipes ou estabelecimentos da APS (devidamente homologadas), estes dados são considerados para o cálculo do numerador.

     

    Códigos das vacinas, conforme dados da Integração e-SUS APS:

    • 09 hepatite B;
    • 17 haemophilos tipo b (Hib);
    • 22 poliomielite inativada (VIP);
    • 29 pentavalente acelular (DTPa / Hib / Pólio Inativa);
    • 39 tetravalente (DTP + Hib);
    • 42 Pentavalente celular (DTP/HB/Hib);
    • 43 hexavalente (DTPa+ HB+ Hib +VIP);
    • 46 tríplice bacteriana (DTP).
  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS).
    • Gerência de Atenção Primária.
    • Fone: (62) 3201-7876/ 3201-7885.
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br



  • Elaborado em
  • 11/10/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.37 - Proporção de Diabéticos com Pelo Menos 1 Consulta Realizada no Semestre (↑)

    Proporção de Diabéticos com Pelo Menos 1 Consulta Realizada no Semestre (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Contrapartida Estadual à Atenção Primária
  • Resumo
  • Percentual de diabéticos com pelo menos 1 consulta realizada em cada semestre por médico ou enfermeiro.

  • Complemento
    • Mensura a quantidade de atendimentos realizados por médicos e/ou enfermeiros na Atenção Básica por condição de saúde avaliada, Diabetes Mellitus (DM), no semestre, em relação à quantidade estimada de diabéticos que o município possui, no intuito de incentivar o registro correto de todos os usuários da APS.
    • Pessoas diabéticas identificadas referem-se a diabéticos cadastrados e registrados na condição/problema Diabetes Mellitus.
  • Usos
    • Avaliar o cumprimento de diretrizes e normas para o acompanhamento de pessoas com Diabetes na APS;
    • Subsidiar o processo de planejamento, gestão e avaliação no controle das doenças crônicas.
  • Limitações
  • O indicador refere-se à população que faz uso da APS, cadastrada e registrada na condição/problema diabetes mellitus. O agendamento das consultas de acompanhamento deve ser feito não só para o médico, mas também para o enfermeiro da equipe. Ambos podem acompanhar o indivíduo com essa condição (resguardadas as diferenças de atuação e observados os protocolos de atendimento).

  • Fórmula
  • (Número de pessoas com Diabetes Mellitus com consulta em diabetes nos últimos 6 meses ÷ Número de pessoas com Diabetes Mellitus identificadas) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro: 100%
    • Meta >=50%
  • Fonte
    • Centralizador estadual de Goiás/e-SUS.
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR

    Número de diabéticos com consulta realizada nos últimos seis meses

    Período de medição:  6 meses

    DENOMINADOR 

    Número de diabéticos atendidos

    Período de medição: 12 meses

     

    Diabetes:
    CIAP2 -> T89, T90, W85
    CID10 -> E10, E11, E12, E13, E14, EO24, P702
    AB -> ABP006

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS)
    • Gerência de Atenção Primária
    • Fone: 3201-7076/ 3201-7885
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 27/06/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.38 - Proporção de Gestantes com Atendimento Odontológico Realizado na Atenção Primária à Saúde. (↑).

    Proporção de Gestantes com Atendimento Odontológico Realizado na Atenção Primária à Saúde. (↑).

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Previne Brasil
  • Resumo
  • Mede a proporção de gestantes que realizaram atendimento odontológico individual na Atenção Primária á Saúde (APS) entre a data da última menstruação (DUM) e a Data Prevista de Parto (DPP) + 14 dias. A DUM é marcada pelo médico/enfermeiro da APS nas consultas/atendimento individual de pré natal.

  • Complemento
    • Compreende o registro da consulta/atendimento odontológica individual realizada pelo cirurgião-dentista às gestantes da APS, visando, identificar agravos bucais que têm potencial relação com desfechos adversos na gestação;
    • O indicador fomenta o atendimento odontológico à gestante, enquanto fator protetivo e etapa de rotina do pré-natal e o objetivo é mensurar quantas gestantes realizam o atendimento odontológico individual, em relação à quantidade de gestantes corretamente cadastradas, identificadas e atendidas pelos médicos/enfermeiros na APS (potencial de cadastro municipal maior que 85%) OU em relação a quantidade estimada de gestantes que o município possui, no intuito de incentivar o registro correto de todos os usuários da APS mesmo que possa afetar o resultado do indicador.
  • Usos
    • Avaliar o acesso ao cuidado em saúde bucal no período pré-natal;
    • Incentivar a integração dos profissionais das equipes da APS do município;
    • Avaliar o cumprimento de diretrizes e normas para o acompanhamento de pré-natal integral na APS;
    • Demostrar a capacidade que a eSF (equipes de Saúde da Família) e eAP (equipes de Atenção Primária) em conjunto com o cirurgião-dentista da APS tem de coordenar o cuidado da gestante para que ela tenha um acompanhamento de pré-natal efetivo.
  • Limitações
    • Falha no registo das informações; não envio das informações em tempo oportuno para o SISAB; não contabilização do atendimento para o indicador em virtude da não vinculação da gestante em equipe;
    • Considerar mulheres com registro de partos prematuros independentemente da quantidade de consultas realizadas.
  • Fórmula
  • Número de gestantes com pré-natal e atendimento odontológico na APS ÷ (Número de gestantes com pré-natal na APS) ou (Potencial de cadastro ÷ População IBGE × menor quantidade de nascidos vivos × 100

    ¹ O denominador estimado é calculado somente para municípios com cadastro abaixo de 85% do potencial de cadastro, podendo ser utilizado para o cálculo: potencial de cadastro municipal ou cadastro real ou população IBGE. O denominador que será utilizado para o cálculo do indicadormunicipal será o que apresentar o maior valor.

     

    Numerador: número de gestantes com pré-natal e atendimento odontológico na APS;

    Denominador SISAB: Número de gestantes com pré-natal na APS;

    Denominador estimado: Potencial de cadastro/População IBGE X menor quantidade de nascidos vivos por quadrimestre do período analisado.

    * O denominador estimado é calculado somente para municípios com cadastro abaixo de 85% do potencial de cadastro, podendo ser utilizado para o cálculo: potencial de cadastro municipal ou cadastro real ou população IBGE. O denominador que será utilizado para o cálculo do indicador municipal será o que apresentar o maior valor.

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro: 100%
    • Meta: 60%

     

  • Fonte
    • Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica - SISAB.
    • Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos - SINASC.
  • Tabulação/Cálculo
  • REGRAS DE EXTRAÇÃO:

    Denominador: Número de gestantes identificadas no SISAB:

    Gestantes identificadas, vinculadas e finalizadas no quadrimestre

    1. Gestantes identificadas no sistema:
    • CNS ou CPF válido;
    • Campo “Sexo Feminino” preenchido;
    • DUM ou IG (semanas) preenchido (considerado o dado da primeira consulta de pré-natal enviada ao SISAB). Condição-avaliada pré-natal ou CID /CIAP correspondente.

    Família CBO considerada para o atendimento de pré-natal: médico (2251, 2252, 2253, 2231); enfermeiro (2235).

    2. Gestantes finalizadas no sistema:

    • A finalização da gestação é realizada na base federal (SISAB) e se dá a partir do cálculo da DPP + 14 dias;
    • A DPP é calculada a partir da DUM ou IG (em semanas) preenchida no primeiro atendimento de pré-natal (menor data entre os atendimentos de pré- natal no intervalo entre DUM e DPP). Para finalizar a gestação no sistema, considera -se o total de 294 dias de gestação, o que corresponde a 42 semanas.
    • A gestante será contabilizada no quadrimestre em que houve a finalização da gestação. Obs. Se a gestante (entre DUM e DPP) apresentar algum CID/CIAP de aborto, esta é desconsiderada do quantitativo de gestantes, ou seja, do denominador informado.

    Códigos CID/CIAP para gestação:

    CID10: O11, O120, O121, O122, O13, O140, O141, O149, O150, O151, O159, O16, O200, O208, O209, O210, O211, O212, O218, O219, O 220, O221, O222, O223, O224, O225, O228, O229, O230, O231, O232, O233, O234, O235, O239, O299, O300, O301, O302, O308, O309, O311, O312, O318, O320, O321, O322, O323, O324, O325, O326, O328, O329, O330, O331, O332, O333, O334, O335, O336, O337, O338, O752, O753, O990, O991, O992, O993, O994, O240, O241, O242, O243, O244, O249, O25, O260, O261, O263, O264, O265, O268, O269, O280, O281, O282, O283, O284, O285, O288, O289, O290, O291, O292, O293, O294, O295, O296, O298, O009, O339, O340, O341, O342, O343, O344, O345, O346, O347, O348, O349, O350, O351, O352, O353, O354, O355, O356, O357, O358, O359, O360, O361, O362, O363, O365, O366, O367, O368, O369, O40, O410, O411, O418, O419, O430, O431, O438, O439, O440, O441, O460, O468, O469, O470, O471, O479, O48, O995, O996, O997, Z640, O00, O10, O12, O14, O15, O20, O21, O22, O23, O24, O26, O28, O29, O30, O31, O32, O33, O34, O35, O36, O41, O43, O44, O46, O47, O98, Z34, Z35, Z36, Z321, Z33, Z340, Z348, Z349, Z350, Z351, Z352, Z353, Z354, Z357, Z358, Z359. CIAP2: W03, W05, W29, W71, W78, W79, W80, W81, W84 e W85

    Códigos CID/CIAP para identificação de abortoCIAP`: W82, W83. CID: O02, O03, O05, O06, O04, Z30.3

    Numerador:

    Gestantes identificadas no denominador que tenham registro de no mínimo 1 atendimento odontológico individual realizado por cirurgião-dentista no período entre o início e fim da gestação (DUM até DPP + 14 dias).

    *Atendimento odontológico: Atendimento individual realizado por cirurgião-dentista devidamente registrado no modelo de informação do atendimento odontológico individual.

    *Família CBO considerada para o atendimento odontológico individual: Cirurgião dentista (2232).

    Denominador estimado: Para a mensuração da quantidade de gestantes e a responsabilização de cada equipe, calcula-se uma estimativa utilizando-se o SINASC, sendo corrigido pelo quantitativo potencial de cadastro por município, no intuito de incentivar o registro correto de todos os usuários da APS mesmo que possa afetar o resultado do indicador (percentual de cadastro municipal menor que 85%).

    Equipes e estabelecimentos considerados:

    • Tipologias de equipes consideradas para o cálculo do denominador: eSF (70 exceto equipe ribeirinha) e eAP (76);
    • Tipologias de estabelecimento consideradas para o cálculo do numerador quando não houver indicação de INE de equipes da APS: 01
      – Posto de saúde; 02
      – Centro de saúde/Unidade básica; 32 - Unidade Móvel Fluvial; 40 - Unidade Móvel Terrestre (subtipo 001); 71 – Centro de apoio à saúde da família; 74 – Polo de academia da Saúde.

    Se o indivíduo vinculado a eSF e eAP for atendido em outras equipes ou estabelecimentos da APS (devidamente cadastradas no SCNES,mesmo nãohomologadas), estes dados são considerados para o cálculo do numerador. 

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS).
    • Gerência de Atenção Primária.
    • Fone: (62) 3201-7876/ 3201-7885
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 18/10/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva
  • 1.39 - Proporção de Gestantes com pelo Menos 6 (seis) Consultas Pré-Natal Realizadas, Sendo a Primeira até a 12ª Semana de Gestação (↑)

    Proporção de Gestantes com pelo Menos 6 (seis) Consultas Pré-Natal Realizadas, Sendo a Primeira até a 12ª Semana de Gestação (↑)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Previne Brasil
  • Resumo
  • Mensura a proporção de gestantes que realizaram a quantidade de consultas de pré-natal preconizadas, de no mínimo 6 atendimentos, sendo a primeira consulta até a 12ª semana gestacional, em relação ao total de gestantes estimadas do município.

  • Complemento
    • Avalia a precocidade do acesso ao acompanhamento pré-natal. A captação de gestantes para início oportuno do pré-natal é essencial para o diagnóstico precoce de alterações e intervenção adequada sobre condições que vulnerabilizam a saúde da gestante e da criança;
    • Para a mensuração da quantidade de gestantes identificadas calcula-se o número de gestantes atendidas na condição/problema gestante no e-SUS.
  • Usos
    • Avaliar o acesso ao acompanhamento pré-natal;
    • Subsidiar o processo de planejamento, gestão e avaliação da assistência ao pré-natal;
    • Incentivar a captação de gestantes para início oportuno do pré-natal, essencial para o diagnóstico precoce de alterações e intervenção adequada sobre condições que vulnerabilizam a saúde da gestante e da criança.
  • Limitações
    • O indicador se refere à população que faz uso da Atenção Primária da Saúde (APS);
    • O desconhecimento da data da última menstruação e inconsistências no registro da idade gestacional.
  • Fórmula
  • (Número de gestantes com 6 consultas pré-natal, com a 1ª até a 12ª semanas de gestação × 100

    (Parâmetro de Cadastro/ População IBGE)* × (Número gestantes com pré-natal na APS)

    *O denominador estimado é calculado somente para município População 𝐼𝐵𝐺𝐸s com cadastro abaixo de 85% do potencial de cadastro, podendo ser utilizado para o cálculo: potencial de cadastro municipal ou cadastro real ou população IBGE. O denominador que será utilizado para o cálculo do indicador municipal será o que apresentar o maior valor.

     

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro: 100%
    • Meta: 45%
  • Fonte
    • Sistema de Informações em Saúde para a Atenção Básica - SISAB.
    • Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos - SINASC. 
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR

    • Número de mulheres com gestações finalizadas no período, cadastradas, identificadas e vinculadas corretamente nesta equipe com pelo menos 6 atendimentos onde o problema condição avaliada no atendimento foi o pré-natal (podendo ser marcação de campo rápido ou seleção do CID/CIAP correspondente), sendo que a primeira consulta realizada possui uma diferença de no máximo 12 semanas da data da DUM registrada no atendimento.

    DENOMINADOR

    •  Será considerado a mensuração que obtiver o maior resultado: 1- Os dados de nascidos vivos são extraídos do Sistema Nacional de Nascidos Vivos – SINASC (apresentado no TABNET), já a proporção de pessoas potencialmente cobertas pela APS é obtida a partir do potencial de cadastro em relação à população IBGE do município. ou 2- Quantidade de gestantes cadastradas, identificadas e vinculadas corretamente na equipe com gestações finalizadas (considerando a data provável do parto (DPP) + 14 dias) no período.

    Este indicador faz parte dos Indicadores de Pagamento por Desempenho, do Programa Previne Brasil DESF/SAPS/MS. É calculado quadrimestralmente e divulgado por meio do

    1. eGestorAB, pelo link https://egestorab.saude.gov.br/index.xhtml;

    2. Em acesso público selecionar SISAB https://sisab.saude.gov.br/

    3. Em relatórios selecionar Indicadores de Desempenho/Filtros para consulta;

    4. Indicador : selecionar o indicador Proporção de gestantes com pelo menos 6 (seis) consultas pré-natal realizadas, sendo a primeira até a 12ª semana de gestação;

    5. Nível de visualização : selecionar Brasil, Região, Estado ou Município

    6. Opção de Quadrimestre: selecionar todos os quadrimestres (histórico) ou quadrimestre desejado (e somente 1 município visualizará o numerador e denominadores informado e estimado);

    7. Visão das equipes: considerar apenas equipes (eSF e eAP) homologadas;

    8. Estado: GO;

    9. Município: selecionar município desejado ou se nenhum for selecionado visualizará todos os municípios do Estado de Goiás;

    10. Como deseja visualizar: Ver em tela – resultado em cores semafóricas ou Download – resultado em planilha.

    Aplicar a fórmula.

    Os resultados do indicador também podem ser acessados pelo Acesso Restrito, sendo necessário login e senha para o ingresso. Neste acesso restrito, ao selecionar somente 1 quadrimestre, o gestor municipal pode visualizar nominalmente as gestantes que fizeram parte do indicador naquele quadrimestre.

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS).

    • Gerência de Atenção Primária.

    • Fone: (62) 3201-7876 3201-7885

    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br

  • Elaborado em
  • 03/06/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.40 - Proporção de Gestantes com Realização de Exames para Sífilis e HIV (↑).

    Proporção de Gestantes com Realização de Exames para Sífilis e HIV (↑).

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • Previne Brasil
  • Resumo
  • Mede a proporção de gestantes que realizaram exames de sífilis e HIV durante o pré-natal realizado na Atenção Primária á Saúde (APS), ou seja, a sorologia avaliada ou teste rápido realizado.

  • Complemento
    • O objetivo desse indicador é mensurar quantas gestantes realizam esse exame, em relação a quantidade estimada de gestantes, ou informadas, que o município atende.
  • Usos
    • Avaliar o cumprimento de diretrizes e normas para a realização de um pré-natal de qualidade na  APS;
    • Subsidiar o processo de planejamento, gestão e avaliação das patologias para que seja assegurado tratamento adequado com vistas a minimizar danos ao feto.
  • Limitações
    • O indicador se refere à população que faz uso da APS, por esse motivo apresenta a correção populacional nas estimativas. Assim é possível acompanhar a quantidade de nascidos vivos no Sistema de Informação de Nascidos Vivos- SINASC;
    • Considerar mulheres com registro de partos prematuros independentemente da quantidade de consultas realizadas.
  • Fórmula
  • Número de gestantes com sorologia avaliada ou teste rápido realizado para HIV e Sífilis ÷ (Número de gestantes com pré natal na APS) ou (Potencial de cadastro ÷ População IBGE × Número de nascidos vivos SINASC)¹ 100

    ¹ O denominador estimado é calculado somente para municípios com cadastro abaixo de 85% do potencial de cadastro, podendo ser utilizado para o cálculo: potencial de cadastro municipal ou cadastro real ou população IBGE. O denominador que será utilizado para o cálculo do indicador municipal será o que apresentar o maior valor.

  • Parâmetro/Meta
    • Parâmetro:100%
    • Meta: 60%
  • Fonte
    • Sistema de Informações em Saúde para a Atenção Básica - SISAB.
    • Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos - SINASC
  • Tabulação/Cálculo
  • NUMERADOR:Gestantes identificadas no denominador que tenham registro de sorologia avaliada ou teste rápido realizado para HIV e Sífilis, entre a data da última menstruarão (DUM) e a data provável do parto (DPP) + 14 dias. Para a contabilização do numerador serão considerados tanto o teste rápido quanto a avaliação das sorologias, contudo é necessário que sejam observados tanto HIV quanto Sífilis.
    - Famílias CBO consideradas para avaliação dos exames de Sífilis e HIV: Atendimento realizado por médico (2251, 2252, 2253, 2231); enfermeiro
    (2235).
    - Famílias CBO consideradas para o teste rápido dos exames de Sífilis e HIV: procedimento por realizado por médico (2251, 2252, 2253, 2231);
    enfermeiro (2235); técnicos de enfermagem (3222)
    Códigos para o registro dos procedimentos: 
    SIGTAP/Descrição de Teste Rápido:
    02.14.01.004-0 - Teste rápido para detecção de HIV na gestante ou pai/parceiro 02.14.01.005-8 - Teste rápido para detecção de infecção pelo HIV
    02.14.01.007-4 - Teste rápido para sífilis
    02.14.01.008-2 - Teste rápido para sífilis na gestante ou pai/parceiro
    SIGTAP/Descrição de Sorologias avaliadas:
    02.02.03.111-0 - Teste não treponêmico p/ detecção de sifilis
    02.02.03.117-9 - Teste não treponêmico p/ detecção de sífilis em gestantes
    02.02.03.030-0 - Pesquisa de anticorpos anti-HIV-1 + HIV-2 (ELISA)

     

    DENOMINADOR IDENTIFICADO (SISAB):
    Identificação das gestantes no sistema: 
    - CNS ou CPF válido 
    - Campo “Sexo Feminino” preenchido
    - DUM ou IG preenchido (considerado o dado da primeira consulta/atendimento individual de pré-natal enviada ao SISAB). 
    - Condição-avaliada pré-natal ou CID /CIAP correspondente, conforme indicado abaixo.
    - Família CBO considerada para o atendimento de pré-natal: médico (2251, 2252, 2253, 2231); enfermeiro (2235).
    Códigos para identificação da gestação: 
    CID10: O00, O000, O001, O002, O008, O009, O10, O11, O12, O120, O121, O122, O13, O14, O140, O141, O149, O15, O150, O151, O159, O16, O20, O200, O208, O209, O21, O210, O211, O212, O218, O219, O22, O220, O221, O222, O223, O224, O225, O228, O229, O23, O230, O231, O232, O233, O234, O235, O239, O24, O240, O241, O242, O243, O244, O249, O25, O26, O260, O261, O263, O264, O265, O268, O269, O28, O280, O281, O282, O283, O284, O285, O288, O289, O29, O290, O291, O292, O293, O294, O295, O296, O298, O299, O30, O300, O301, O302, O308, O309, O31, O311, O312, O318, O32, O320, O321, O322, O323, O324, O325, O326, O328, O329, O33, O330, O331, O332, O333, O334, O335, O336, O337, O338, O339, O34, O340, O341, O342, O343, O344, O345, O346, O347, O348, O349, O35, O350, O351, O352, O353, O354, O355, O356, O357, O358, O359, O36, O360, O361, O362, O363, O365, O366, O367, O368, O369, O40, O41, O410, O411, O418, O419, O43, O430, O431, O438, O439, O44, O440, O441, O46, O460, O468, O469, O47, O470, O471, O479, O48, O752, O753, O98, O990, O991, O992, O993, O994, O995, O996, O997, Z321, Z33, Z34, Z340, Z348, Z349, Z35, Z350, Z351, Z352, Z353, Z354, Z357, Z358, Z359, Z36, Z640. 
    CIAP2: W03, W05, W29, W71, W72, W73, W76, W78, W79, W80, W81, W84 e W85

     

    DENOMINADOR ESTIMADO (SINASC):
    Para a mensuração da quantidade de gestantes sob a responsabilidade de cada município, calcula-se uma estimativa utilizando-se o 
    SINASC, sendo corrigido pelo quantitativo de cadastro por município, no intuito de incentivar o registro correto de todos os usuários da 
    APS. Quando o município informa o valor menor que 85% (<85%) de pessoas nas condições definidas nos indicadores em relação à 
    estimativa de pessoas nessas condições, o cálculo do resultado do indicador passa a ser feito utilizando o denominador estimado. 

  • Área responsável
    • Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS).
    • Gerência de Atenção Primária.
    • Fone: (62) 3201-7876/ 3201-7885
    • Email: spais.monitora.saude@goias.gov.br
  • Elaborado em
  • 18/10/2022
  • Elaborado por
  • Eliana Fernandes de Carvalho, Emanuelle de Queiroz Monteiro, Larissa kristina Vidal Montes,Ticiane Peixoto Nakae da Silva.
  • 1.41 - Proporção de Gravidez na Adolescência (10-19 anos) (↓)

    Proporção de Gravidez na Adolescência (10-19 anos) (↓)

    Seção do Indicador
  • Atenção
  • Vinculação
  • DIGISUS-Pactuação Interfederativa, PES
  • Resumo
  • Proporção de nascidos vivos de mães residentes na faixa etária de 10-19 anos, na população feminina residente em determinado espaço geográfico, no período considerado.

  • Complemento
    • Indica a proporção de nascidos vivos de mães na faixa etária de 10-19 anos em relação ao total de nascidos vivos de mães em todas as faixas etárias;
    • A idade materna pode estar associada a condições de risco para o recém-nascido, tais como a prematuridade e o baixo peso ao nascer, que tendem a ser mais frequentes nos nascidos de mães nos dois extremos da distribuição etária.
  • Usos
    • Monitorar a tendência da gravidez de adolescentes de 10 a 19 anos;
    • Oferecer subsídios sobre a frequência da gravidez precoce, que pode ser analisada em relação às condições sociais e econômicas da população;
    • Contribuir na avaliação dos níveis de saúde infantil e dos fatores socioeconômicos e culturais que intervêm na ocorrência da gravidez;
    • Analisar variações geográficas e temporais na cobertura de pré-natal, identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos específicos;
    • Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações de saúde voltadas para a promoção da saúde sexual e saúde reprodutiva de adolescentes.
  • Limitações
    • É influenciada pela estrutura etária da população feminina e pelo padrão de fecundidade;
    • As proporções observadas para determinado grupo etário de mães podem depender da frequência de nascidos vivos em outros grupos etários. A proporção de nascimentos em um grupo etário pode aumentar, mesmo que a natalidade esteja caindo neste grupo. Isto ocorrerá se a queda na natalidade for maior nos demais grupos etários;
    • Deve ser usado em associação com informações adicionais, entre as quais a taxa específica de fecundidade;
    • A base de dados de nascidos vivos utilizada para a produção do indicador pode apresentar problemas de cobertura populacional em determinadas áreas geográficas.
  • Fórmula
  • (Número de nascidos vivos de mães adolescentes, residentes, de 10 a 19 anos ÷ Número de nascidos vivos de mães residentes no mesmo local e período) × 100

  • Parâmetro/Meta
    • PES/SES-GO 2020-2023 – Meta 1.8.2 da diretriz 1: “Reduzir em 4 pontos percentuais a proporção de gravidez na adolescência no estado de Goiás”, com linha de base de 17% em 2019, sendo 16% para 2020; 15% para 2021; 14% para 2022 e 13% para 2023.
  • Fonte
    • Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC).
  • Tabulação/Cálculo
  • MAPA DA SAÚDE

    Acesse o Mapa da Saúde de Goiás.

    Link direto para este indicador: https://mapadasaude.saude.go.gov.br/mobile.php?view=map3&indics=est_vitais.pct1417&serie=2022&lang=pt#d3Map

    • Clicar em "O que, quanto?"
    • Domínios > Temas: "Pactuação Interfederativa"
    • Clicar: Indicadores
    • Clicar na descrição do valor do indicador "Proporção de Gravidez na adolescência entre as faixas etárias 10 a 19 anos"
    • Em "DADOS DETALHADOS", escolha o nível geográfico desejado. Há a possibilidade de escolher os níveis geográficos "Estado", "Macrorregião", "Região de Saúde" e "Município".
    • Role a página até o final, localize o botão "Exportar tabela", clique e salve o arquivo.